Tecnologia

Microsoft e Openlimits debatem a Indústria 4.0 em Coimbra

A conferência irá realizar-se a partir das 14h30 no dia 24 de maio, no Instituto Pedro Nunes (IPN), em Coimbra.

A capacidade de adaptação das empresas aos desafios colocados pela quarta revolução industrial são cruciais para a sua sobrevivência. No entanto, 40% das empresas irá desaparecer até 2020 devido à incapacidade de se adaptarem à transformação digital. Na conferência “A 4ª Revolução Industrial e a Empresa Moderna”, dia 24 de maio, a Openlimits e a Microsoft explicam como garantir a agilidade, flexibilidade e rapidez das empresas para enfrentarem os novos desafios da transformação digital.

Depois de esgotar um auditório em Viseu, a Microsoft e a Openlimits trazem a Coimbra a conferência “A 4ª Revolução Industrial e a Empresa Moderna”. Neste evento será discutido o perfil da empresa moderna, de que modo a tecnologia de gestão de produção representa uma vantagem competitiva para as indústrias em Portugal e será ainda apresentado o caso de sucesso Mistolin, uma empresa pronta para a economia digital.

De acordo com a Comissão Europeia, a economia digital é o “driver mais importante da inovação, da competitividade e do crescimento no mundo. A chave para o crescimento dos negócios europeus está, precisamente, no quanto e quão rápido as empresas conseguirem incorporar as tecnologias digitais nas suas operações”.

Da 4ª revolução industrial, fazem parte tecnologias como os dispositivos móveis, plataformas de IoT (Internet of Things), tecnologias de localização geográfica, interfaces avançados de interação humana, autenticação e deteção de fraudes, impressão 3D, sensores inteligentes, análise Big Data e algoritmos avançados, interação em várias plataformas e análise de perfis de clientes, realidade aumentada e wearables ou o cloud computing.

A digitalização das empresas é um fator crucial para a sua sobrevivência e representa uma oportunidade única para se modernizarem e obterem vantagens em várias áreas. Segundo Jean-Phillipe Courtois, Presidente da Microsoft Internacional, “as empresas que evoluem para o digital obtêm vantagens significativas. Com um fluxo de informação mais intuitivo, a colaboração nas empresas aumenta e melhora a sua capacidade de resposta, tornando-se mais ágeis e mais orientadas para o cliente. Os empresários passam a dedicar menos tempo à procura de eficiência e à gestão de custos. Em vez disso, estão capacitados para desenvolver novos modelos de negócio baseados em dados, o que lhes permite criar valor e aumentar a competitividade global. A transformação digital está também a tornar possíveis novos modelos de trabalho: o trabalho móvel e flexível tornou-se finalmente numa realidade.”

Apesar de todas estas vantagens, nem todas as empresas conseguirão adaptar-se à nova realidade. Segundo o estudo da Cisco e do International Institute of Management Development, “Digital Vortex: How Digital Disruption is Redefining Industries”, 40% das empresas irá desaparecer até 2020 devido à incapacidade de se adaptarem à transformação digital. Um dos maiores desafios de adaptação, para as empresas portuguesas, é o investimento na formação de recursos humanos, segundo o Global Risk Report 2017, apresentado no Fórum Económico Mundial.

Alexandre Pinho, diretor da área de grandes empresas e serviços da Microsoft Portugal, defende que, “precisamos de estimular e promover um novo paradigma de liderança que não se limite apenas a reconhecer a importância da Transformação Digital, mas que a assuma como fator essencial e urgente da estratégia de crescimento e diferenciação, fazendo dela uma prioridade absoluta nos planos estratégicos de investimento e inovação”.

Estes e outros assuntos serão debatidos no evento do próximo dia 24 de maio, que dará especial destaque a soluções que capacitam as empresas para lidar com a nova revolução digital, como o Office 365, Microsoft Dynamics CRM, Microsoft Azure, Flow Manufacturing, Openlimits SkySafe e o Openlimits Uplift. A conferência irá realizar-se a partir das 14h30 no dia 24 de maio, no Instituto Pedro Nunes (IPN), em Coimbra. A entrada é livre e as inscrições podem fazer-se aqui.

 

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