Grande Entrevista

Aníbal Reis Costa – Presidente da Câmara Municipal de Ferreira do Alentejo

“Desde a primeira hora o Município de Ferreira do Alentejo assumiu que todo o processo de desenvolvimento de Alqueva teria de ser pensado também na vertente agroindustrial”

“No centro do que é importante” ou “capital do azeite”, são apenas duas das designações que Ferreira do Alentejo adotou ao longo do tempo e ao longo das mudanças económicas e estruturais que foi vivendo.
Território de transições e contrastes, dos barros para as areias, do montado para os pinhais, nos últimos anos o grande marco foi sem dúvida o Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva que veio “revolucionar a paisagem”, agora dominada por olivais, amendoais e largos hectares de uva de mesa, entre muitas outras novas culturas que vão sendo testadas e aprovadas, a juntarem-se às já tradicionais.
Aníbal Reis Costa, licenciado em gestão e administração pública e com pós-graduação em administração pública e desenvolvimento regional é o presidente da autarquia desde 2005. Às portas de terminar o terceiro e último mandato, mas não sem antes encabeçar a organização de mais uma edição da Feira Nacional da Água e do Regadio, fala-nos da obra feita e do otimismo com que vê o futuro do “seu município”.

Começando pelo trabalho realizado, qual é o balanço que faz destes três mandatos à frente da autarquia?
Foram três mandatos distintos, mas positivos, que permitiram deixar algumas marcas de destaque, desde logo a aposta clara no desenvolvimento económico, o equilíbrio das contas, a aposta na valorização do espaço público, a valorização da marca Ferreira e a projeção do concelho muito para além das suas fronteiras geográficas. Tudo isto sempre aliado aos projetos estruturais para a região, dos quais Alqueva é exemplo claro e, pelos efeitos que tem, neste momento pode afirmar-se que Ferreira é a “Capital do Regadio de Alqueva”. Mas há outros projetos igualmente estruturantes, que têm servido à valorização do concelho, designadamente o aeroporto de Beja e a auto-estrada do Alentejo (esta em fase mais avançada).

Entrevista para ler na íntegra na Voz do Campo n.º205 (junho 2017) 

Deixe um comentário