Floresta

Dignificação para empresas e trabalhadores que atuam nos setores representados é prioridade da nova direção da ANEFA

No dia 29 de maio de 2017 ocorreu mais um processo eleitoral para os Órgãos Sociais da ANEFA – Associação Nacional de Empresas Florestais, Agrícolas e do Ambiente. O processo a que se candidatou apenas uma lista, acabou por ser bastante participado, tendo havido uma taxa de abstenção de 36% do universo de associados.

A lista, que aposta na continuidade do trabalho que tinha vindo a ser desenvolvido pela anterior direção, acabou por ter a totalidade dos votos, de acordo com a nota enviada pela Associação à nossa redação.
No mesmo documento pode ler-se que para a nova Direção, dirigida por Pedro Serra Ramos, em representação da ForestFin, Florestas e Afins, Lda, um dos principais desafios consiste em trazer a dignificação para empresas e trabalhadores, que atuam nos setores representados pela Associação.

“Sendo a única Associação que representa os prestadores de serviços à floresta, agricultura e espaços verdes a nível nacional, importa apostar na formação de empresários e colaboradores das empresas para que de uma forma responsável possa aumentar-se a produtividade, fazendo melhor, sempre no respeito por um ambiente sustentável”. Acrescenta ainda que “há uma grande falta de mão-de-obra qualificada para trabalhar nestes setores e a ANEFA pretende ajudar a colmatar essa lacuna. Isso não implica apenas a presença de licenciados, enquanto responsáveis pelas operações, mas igualmente o aproveitamento do potencial que constituem os atuais ativos que operam nos diferentes setores e cujo reconhecimento deve ser realizado. Importa além disso, regular o trabalho efetuado nesses setores, o que só será possível, através da criação de um instrumento legal, que já existe no setor dos espaços verdes mas não nos setores florestal e agrícola – o alvará de empresas florestais e agrícolas. Só assim poderemos garantir, a quem contrata um serviço nesta área, que o mesmo seja realizado por empresas qualificadas. Esta tem sido uma batalha da Associação, que já viu o seu projeto recusado por quatro vezes ao nível dos diferentes Governos, mas da qual não abdicamos”.

Para ler na íntegra na Voz do Campo n.º 205 (junho 2017)

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