Opinião

Respostas concretas para os problemas dos agricultores

Associação de Defesa Sanitária de Beja, laboratório de veterinária, laboratório de azeitona e azeite, Sistema de Recolha de Cadáveres (SIRCA), formação profissional, inspeção de pulverizadores, apoio ao regante, leilões de bovinos, tosquia e comercialização de lã e mais recentemente o serviço de comercialização internacional de ovinos são apenas algumas das muitas valências que a ACOS – Agricultores do Sul – foi desenvolvendo ao longo dos seus 35 anos de existência.

Primeiro muito focada na vertente animal e no Baixo Alentejo, porque foi essa a sua génese, hoje a ACOS é uma associação muito mais abrangente que acompanhou a evolução da agricultura e dos seus associados e conseguiu criar os mecanismos capazes de dar as respostas necessárias.
Claudino Matos, atual diretor-geral da associação, aponta-nos inúmeros exemplos e salienta o caso da formação profissional, uma área sempre com muita procura, mas onde também foi necessário evoluir, neste caso para para o conceito de formação-ação, que resumidamente significa ir ao terreno, com as empresas ministrar formação em áreas específicas.
Muito recentemente, e mais uma vez para dar respostas concretas aos seus associados, a ACOS desenvolveu um serviço de comercialização de ovinos, em colaboração com uma cooperativa espanhola, com a qual a ACOS tinha já uma parceria anterior e com a qual conseguiu preços mais atrativos para os produtores. Associado a esta estratégia pretende-se implementar apoio técnico aos criadores para se produzir um borrego com determinadas características. Será também uma forma de revitalizar as próprias IGP, DOP (…) mas antes disso é preciso ganhar escala e qualidade.

Para ler na íntegra na edição 208 (outubro 2017)