Apicultura

Reagir após os incêndios e perante a seca

Grande tema da edição de Outubro de 2017 da APINFO, publicação da Federação Nacional dos Apicultores de Portugal

O ano de 2017 ficará para a história como um ano negro para Portugal e para a Apicultura Nacional, na sequência dos piores incêndios de que há memória na história do país. Conta-se a perda irreparável de mais de 100 vidas humanas, entre as quais alguns apicultores, mas também a maior área ardida de sempre, com o consequente desaparecimento de uma grande área de pasto para as abelhas.

Agora é tempo de reagir a toda esta devastação e de reerguer o país. A FNAP está, junto com as suas associadas, a envidar esforços para a recolha de informação sobre todos os prejuízos diretos e indiretos dos incêndios do verão e outono de 2017, que suportará a elaboração de um documento de síntese e proposta de atuação que entregará a todas as entidades competentes, procurando com isso minimizar todos os danos e perdas sofridos pelos apicultores nacionais.

Menos dramática, mas igualmente preocupante é a seca que assola o país há vários meses, com consequências nefastas para a produção de mel. Neste caso, o Governo criou uma linha de crédito garantida que pretende compensar o aumento dos custos de produção resultantes da seca, nomeadamente os custos relativos à alimentação das colmeias, devido à escassez de pastagens. Conheça os montantes e as condições do apoio mais à frente nesta edição.
Os principais destaques são:

  • Entrevista: Graça Mariano, Subdiretora Geral de Alimentação e Veterinária
  • Entrevista: Miguel Vilas Boas, Investigador do CIMO – Centro de Investigação de Montanha e da Escola Superior Agrária de Bragança
  • XVIII Fórum Nacional de Apicultura e XVI Feira Nacional do Mel
  • Consultório Técnico
  • Agenda
  • Espaço Associados

Fonte: Newsletter APINFO