Empresas & Produtos

“Fomos capital semente para muitos empresários”

Borrego Leonor & Irmão celebra 50 anos

A empresa, que agora celebrou o seu cinquentenário, foi fundada por Joaquim Borrego (homenageado na cerimónia) e inicialmente dedicava-se a prestar apoio ao pequeno viticultor e produtor de melão. Primeiro um pequeno espaço comercial no centro de Almeirim, que para responder à evolução de mercado foi crescendo sucessivamente. Com o crescimento das necessidades dos clientes, ampliou o espaço de armazenamento de adubos e fertilizantes líquidos e hoje possui uma frota considerável para a distribuição no Ribatejo e Alentejo. Há cerca de dois anos abriu um novo espaço comercial em Salvaterra de Magos para prestar um melhor serviço ao número grande de clientes na zona oeste do Ribatejo.
À nossa pergunta: O que é hoje a Borrego Leonor?, a presidente do Conselho de Administração, Paula Borrego, não tem dúvidas em afirmar “é claramente a melhor empresa nacional que se dedica exclusivamente à comercialização de fatores de produção para a agricultura”.
No cargo de presidente do Conselho de Administração da empresa desde 2011, Paula Borrego, recorda que uma das grandes mudanças que introduziu foi a especialização de cada técnico numa cultura ou grupo de culturas chave do Ribatejo e o acompanhamento direto no campo. As vendas, que até então eram efetuadas maioritariamente ao balcão passaram a sê-lo no terreno ou nos meios de comunicação eletrónicos, o que também exige uma capacidade logística muito superior. Os números provam o mérito da decisão pois à data existia uma equipa técnico-comercial formada apenas por 4 elementos, faturando cerca de seis milhões de euros por ano, enquanto que em 2017 a equipa de 11 técnicos comerciais faturou perto de 26 milhões.
Para este funcionamento contribui também o fiel conjunto de fornecedores que tem facilitado a promoção de novas soluções e as mais adequadas para cada um dos clientes, respeitando as melhores práticas agrícolas, ambientais e simultaneamente atingindo boas rentabilidades económicas.

Para ler na íntegra na Voz do Campo n.º 212 (fevereiro 2018)