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Nem sempre a qualidade está em divergência com a quantidade

Pelo segundo ano consecutivo a AlgaEnergy voltou a demonstrar a eficácia dos seus bioestimulantes de microalgas AgriAlgae na cultura do melão, num estudo independente realizado pelo Instituto Madrileno de Investigação e Desenvolvimento Rural, Agrário e Alimentar (iMiDRA).

O iMiDRA concluiu que os resultados obtidos pelos bioestimulantes agrícolas de microalgas AgriAlgae são muito superiores aos restantes bioestimulantes habitualmente utilizados no mercado. O ensaio, desenhado pelo prestigiado Centro de I+D e realizado nas suas próprias instalações na Quinta Experimental “La Isla”, em Madrid, compara os efeitos do AgriAlgae em melão com os conseguidos por produtos baseados em aminoácidos de origem animal e macroalgas, assim como com tratamentos testemunha (fertilização básica sem tratamento bioestimulante).

Incremento da produção
De acordo com a empresa, alguns dos dados mais significativos extraídos do estudo do iMiDRA mostram como é que nas parcelas tratadas com AgriAlgae se obteve um maior rendimento da cultura, medido em quilos por hectare, atingido até mais 12,3% da produção total que os restantes tratamentos.
De especial relevância são os dados obtidos relativamente à produção comercial – a produção total depois de descontados os resíduos -, pois embora possa afirmar-se que os tratamentos com bioestimulantes em geral puderam aumentar a produção comercial, foi especialmente significativo nas parcelas onde se utilizou AgriAlgae. Diz a empresa que não só o rendimento comercial foi o melhor como também aumentou entre 7 a 10% relativamente aos resultados dos restantes tratamentos com bioestimulantes de referência no mercado. Neste mesmo sentido, a utilização de AgriAlgae resultou igualmente numa maior produção de primeira qualidade em relação aos restantes tratamentos, ou seja, percentualmente obtiveram-se mais melões de maior peso e sem imperfeições.
Por outro lado, os resultados mostraram também que as parcelas onde se aplicou AgriAlgae destacaram-se em termos do peso médio dos frutos – entre 5 e 8% mais que os restantes tratamentos -, o que é um parâmetro de qualidade de extrema importância para o agricultor pois resulta num valor comercial acrescido e maior competitividade.
Em relação aos dados obtidos, Carlos Rodríguez-Villa, Diretor Geral da AlgaEnergy, assinalou que “o facto de organismos do rigor e prestígio do iMiDRA confirmarem dados tão positivos, com significado estatístico, e tanto mais que pelo segundo ano consecutivo, é muito importante para a empresa pois destaca a eficácia dos bioestimulantes de microalgas AgriAlgae e as suas vantagens competitivas relativamente a outros produtos de referência.
Graças a uma matéria-prima de primeira qualidade que nós próprios produzimos, controlando todas as variáveis – as microalgas -, e a tecnologia UPT desenvolvida em exclusivo pela AlgaEnergy, podemos oferecer aos agricultores um produto final otimizado de máxima qualidade e único no mercado”, acrescentou Rodríguez-Villa.

Para ler na íntegra na Voz do Campo n.º 16 (junho 2018)