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Uvas de “Fernão Pires” dão origem a sorvete artesanal

As vindimas já começaram um pouco por todo o país mas no Tejo há uvas que não estão a ser utilizadas para fazer vinho.

Que uvas são estas? São uvas de Fernão Pires, numa aposta estratégica dos Vinhos do Tejo porque além de ser uma das, ou mesmo, a casta branca mais plantada no nosso país, é a mais expressiva na região vitivinícola do Tejo, representando 30% do encepamento, com cerca de 3.750 num total de 12.500 hectares.

Agora salta da vinha, não para o vinho, mas para um sorvete artesanal, com a assinatura da Pascoalini, a geladaria com berço em Santarém, que desde a sua génese tem apostado em transformar sabores do Ribatejo em gelados e sorvetes. No que toca à fruta, este projeto de Patrícia e Rui Pascoalinho, já desenvolveu sorvetes com melão e morangos de Almeirim. É agora a vez da variedade de uva Fernão Pires do Tejo, em resposta ao desafio lançado pelos Vinhos do Tejo, através da Comissão Vitivinícola Regional do Tejo (CVR Tejo).