Opinião

As novas variedades têm de passar por vários estudos

Carlos Alarcão, DrapCentro

(durante a apresentação de ensaios de valor agronómico de variedades de milho-grão, luzerna e azevém anual)


Para efeitos de comercialização, uma nova variedade de espécie agrícola cultivada tem de estar inscrita no Catálogo Nacional de Variedades ou no Catálogo Comum de Espécies Agrícolas. Até chegarem aí, as novas variedades têm de passar por uma série de estudos que avaliem a sua distinção, homogeneidade e estabilidade, bem como o seu valor agronómico e utilização em comparação com as já conhecidas da mesma espécie e género.

Este conjunto de ensaios e outros trabalhos de campo e laboratório constitui a Rede Nacional de Ensaios no qual a Direção Regional de Agricultura e Pescas tem participado ao longo dos últimos anos e incluem todas as variedades propostas para todos os diferentes ciclos (milho), de acordo com um delineamento experimental, em blocos casualizados e com três repetições, o mesmo se passando com variedades de espécies forrageiras