Em 2016 as exportações de fruta valeram 522 milhões de euros ao país, 40% do valor das exportações nacionais do setor hortofrutícola e flores, com especial destaque para os pequenos frutos, laranja e pera Rocha, os que melhor desempenho tiveram (PortugalFresh).
A fruticultura está a mudar, há novos desafios que se colocam e para os debater o setor reúne no final de novembro (29 e 30) no 4º Simpósio Nacional de Fruticultura que acontece na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade do Algarve, em Faro. A realização no Algarve permitirá dar uma visão mais completa da dinâmica da fruticultura da região e do vizinho Alentejo mas sem esquecer o contexto nacional. Acontece numa altura em que o INE relevou as suas últimas estatísticas onde aponta que, em grande parte devido ao clima atípico de 2018, são de esperar quebras nalgumas das espécies mais representativas. Na maçã e na pera é apontada quebra de 10 e 20%, respetivamente.
Apresentamos alguns contributos de especialistas e de quem vive no dia a dia alguns dos desafios que se colocam à “nova fruticultura”, tentando perceber para onde “caminha”.

