Evento realizado Floresta

Como resolver o desafios da floresta?

Debate sobre a importância da capacitação dos agentes e da criação de dinâmicas institucionais para se obter uma floresta resiliente e produtiva, onde será apresentado o Livro “Coletânea de Legislação Florestal”

O Secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural, Miguel Freitas, abre  a Conferência “Reforma da Floresta: Capacitação dos Agentes e Dinâmicas Institucionais”, organizada pela FORESTIS – Associação Florestal de Portugal, que se realiza amanhã (9 de novembro) a partir das 9h00, no Salão Nobre do Centro de Congressos da Alfândega do Porto.

Tendo em conta que em 2017 foi aprovada a Reforma das Florestas e ocorreu a catástrofe dos incêndios, a Forestis considerou oportuno lançar o debate sobre “que capacidades institucionais e dos agentes florestais devem emergir para se alcançar um sistema mais organizado e eficaz na resolução dos diferentes objetivos que nos são coletivamente colocados no sentido de termos uma floresta mais resiliente e produtiva”, refere Luís Braga da Cruz, o seu presidente.

Neste evento vai ser feita a apresentação do livro  “Coletânea de Legislação Florestal”, obra de carácter inédito, editada pela Forestis e coordenada pelo Prof. António Cândido de Oliveira, que reúne a mais importante legislação florestal, é uma “tentativa de sistematizar a larga e diversa legislação florestal que existe no nosso ordenamento jurídico. Não é uma tarefa fácil, nem acabada, mas um contributo para um melhor conhecimento e apreciação crítica do Direito Florestal que vigora no nosso país.”, referem os autores.

Esta conferência, conta com a participação do Presidente do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, I.P., da Estrutura de Missão para instalação do Sistema de  Gestão Integrada de Fogos Rurais, e do Prof. Luís Valente de Oliveira, da Fundação AEP.

“No momento em que se prepara o Orçamento de Estado para 2019, pretende-se debater que medidas devem ser implementadas para ajudar as pessoas e instituições do setor florestal a ultrapassar constrangimentos como a falta de informação, a acessibilidade a mercados, a dimensão, a escala, a dispersão do tecido empresarial e a melhorar a capacidade organizacional.”  indica Luís Braga da Cruz.