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Neoquímica foca serviço ao cliente numa forte componente técnica

A Divisão de Agricultura da Neoquímica tem procurado ser pioneira em novos produtos e soluções que permitam aos seus clientes aumentar a rentabilidade.

Com a Neoquímica organizada em cinco segmentos, a agricultura representa cerca de 1/5 do negócio, proporcionalmente equivalente às restantes áreas de negócio.
Olhando para a evolução do setor em Portugal ao longo destas quatro décadas, o chefe da Divisão de Agricultura da Neoquímica, Ricardo Pepino, aponta alguns marcos, nomeadamente a mecanização, práticas culturais, culturas que têm vindo a ser introduzidas (…), mas, acima de tudo profissionalização e mais concretamente na área da produção em estufas, seja plantas ornamentais, seja hortícolas. “O setor tem sofrido pelos valores pagos à produção que muitas vezes não são justos para o produtor, o que leva a uma falta de investimento em equipamentos, na melhoria das explorações e num corte nos fatores de produção. No caso das flores de corte, que agora já se encontra numa fase ascendente, embora de forma lenta, a situação foi crítica”.
É neste panorama que a Neoquímica tem desenvolvido a sua atividade, procurando adaptar a sua gama de produtos àquilo que os clientes procuram e às novas exigências das culturas. “Temos assistido a muitas transformações no que respeita ao mercado dos fertilizantes e respetiva aplicação, nomeadamente produtos que são comercializados noutros estados membros e que por diversos motivos ainda não estão disponíveis em Portugal, as alterações climáticas que obrigam a uma adaptação por parte das soluções agronómicas utilizadas (…)”.
Na pesquisa destas respostas a Divisão de Agricultura da Neoquímica tem procurado ser pioneira em novos produtos e soluções que permitam aos seus clientes aumentar a rentabilidade das suas produções e equipamentos.
É no seguimento desta linha orientadora que está para breve o início da distribuição e comercialização (em território nacional e ilhas) de hormonas de enraizamento do fabricante holandês Rhizopon, bastante conhecido junto dos viveiristas de todo o mundo.
Estas hormonas são um estimulante para o sistema radicular das plantas, estando provado que é pelo desenvolvimento deste que a planta vai ou não definir o seu crescimento. Tanto na planta herbácea como na lenhosa a hormona de enraizamento possibilita que quer o nível de desenvolvimento de pêlos radiculares como a emissão de raízes secundárias sejam muito mais rápidos, originando uma planta muito mais bonita e com um desenvolvimento mais rápido no terreno.
Esta posição de pioneirismo também tem feito com que a Neoquímica esteja a par das “novas culturas” que vão surgindo e, enquanto importadora tem-se focado em prestar apoio técnico à distribuição e apresentar-lhes alternativas para essas novidades, como é o caso dos pequenos frutos, por exemplo, que têm crescido por todo o país, nomeadamente na Costa Alentejana, onde a empresa trabalha em parceria com alguns distribuidores e também presta apoio técnico direto a alguns agricultores.
Ao nível dos produtos continua a preocupação de adequação da gama, tanto em termos de corretores de carências como de fertilizantes refletindo as inúmeras feiras e exposições que a divisão de agricultura frequenta a nível internacional, procurando estar um passo à frente na inovação.

Para ler na íntegra na Voz do Campo n.º 220 (novembro 18)