Olival & Azeite

Olivum disponível para apoiar municípios com máquinas de tratamento e tratores

Neste período difícil em que vivemos, o setor sente que deve dar o seu contributo e fazer parte da solução de um problema para o qual ainda há poucas certezas científicas quanto à irradicação do Covid-19.

Os produtores estão conscientes da importância do produto que laboram, pois fizeram com que Portugal passasse a ser auto-suficiente em azeite desde 2014, assegurando as necessidades a nível nacional e exportando para as mais diversas latitudes.

A última campanha atingiu o recorde dos últimos 80 anos com uma colheita de 900 mil toneladas de azeitona, o que equivale a 140 mil toneladas de azeite, permitindo hoje ao sector representar 10% da economia agroalimentar em Portugal.

Este é um tempo excecional e o setor do azeite, como parte integrante da economia agro- alimentar portuguesa não pode parar, pois é um setor vital para a economia portuguesa. Fazendo parte do setor primário permite que outros setores da economia possam também eles continuar a dar o seu contributo no acesso de bens alimentares aos consumidores portugueses e assegurar a funcionamento da economia, ainda que a um ritmo mais lento.

A época excecional que vivemos passa por continuar a assegurar a produção, abastecimento e distribuição deste produto essencial, mas o setor quer ir mais além, disponibilizando-se a colaborar com as autoridades na área de abrangência geográfica da Olivum, pondo à disposição os seus recursos técnicos como tratores e máquinas de tratamento que poderão entre outras coisas servir para a lavagem, higienização e desinfeção de ruas nos centros urbanos ou outras atividades que possam revelar-se socialmente úteis.

A Olivum congratula desde já o Governo de Portugal por ter decidido que as empresas e industriais continuarão a laborar e a assegurar a viabilidade da economia portuguesa.

Nesta hora difícil, o setor tudo fará para servir os portugueses e o país e assim ajudar a superar este desafio. Fica assim declarada oficialmente a disponibilidade do setor para aquilo que governo e autoridades considerem ser necessário, no contexto das medidas governamentais que já foram ou venham a ser adoptadas no âmbito do decreto presidencial.