Na primeira pessoa

Professor e Investigador, José Rafael Marques da Silva

Em relação à agricultura de precisão

Comprar um GPS, montar o mesmo no trator, usar uma alfaia “isobus”, fazer uma carta de distribuição variável de fatores de produção (VRT), subir a mesma na consola do trator, não é praticar Agricultura de Precisão.

“Agricultura de Precisão é praticar bons atos agronómicos, suportados por conhecimento intensivo, tecnologia validada e resiliente, perseguindo sempre o bem-estar real do meio ambiente e da sociedade. A prática de uma má agricultura de precisão poderá fazer ainda maiores danos que a própria agricultura convencional. Acredito que a Europa é capaz, que o país é capaz e que os empresários agrícolas são capazes, contudo não se esqueçam de definir quem mede, quem controla, quem apoia, quem acompanha, quem decide e quem é o responsável? As futuras gerações assim o exigem!”