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União Europeia desmistifica mitos sobre a carne de porco

Let’s Talk About Pork From Europe é a assinatura da campanha de comunicação que a Comissão Europeia acaba de lançar com o propósito de desmistificar alguns dos mitos mais frequentes sobre a carne de porco.

A campanha, cujo investimento previsto ronda os 7.500 milhões de euros, é gerida por entidades setoriais de cada país: Aligrupo – Agrupamento de Produtores de Suínos e Agrupalto – Agrupamento de Produtores Agropecuários (Portugal); Interporc – Interprofesional del Porcino de Capa Blanca (Espanha) e Inaporc – Interprofession Nationale Porcine (França).

“Reconhecendo que é imperativo combater a desinformação e esclarecer alguns mitos que se instalaram, a União Europeia decidiu lançar a campanha Let’s Talk About Pork From Europe, à qual nos associamos de imediato” comenta Vitor Menino, Presidente da Aligrupo. “Nos próximos três anos teremos oportunidade de desmistificar e esclarecer dúvidas sobre a relação da suinicultura com o meio ambiente, e também com a segurança alimentar, o bem-estar animal, a investigação, a diversidade, os benefícios nutricionais e a alimentação animal. Durante a campanha, o objetivo é esclarecer, informar e comprovar que adotamos as técnicas de produção mais avançadas do mundo e que a carne de porco que se vende em Portugal obedece às mais rigorosas regras de segurança alimentar e bem-estar animal”.

A campanha Let’s Talk About Pork From Europe decorre em vários suportes publicitários, como televisão, outdoor e online, apostando também nas redes sociais, tendo em conta que se dirige essencialmente a públicos alvo jovens. O investimento total previsto para o mercado português é de 1,4 milhões de euros.

Saiba mais em: http://letstalkabouteupork.com.


Sobre o consumo de carne de Porco em Portugal:

A carne de porco é a fonte de proteína animal preferencial dos portugueses, com um consumo de 44 kg/hab/ano. O setor da suinicultura contribui para o PIB nacional com um volume de negócios agregado superior a mil milhões de euros e emprega mais de 50.000 trabalhadores. É também responsável pela fixação de populações em meios rurais, evitando a desertificação de algumas das regiões mais carenciadas do país.