Agrociência Agropecuária

Eritrograma e Leucograma do Touro de Lide

A avaliação da saúde deve ser baseada em evidências científicas, o que inclui os parâmetros de referência do hemograma.

Os valores padronizados são dos elementos mais importantes de um exame laboratorial, visto que auxilia os profissionais na interpretação dos resultados.

Entre todos os exames laboratoriais solicitados por médicos veterinários, o hemograma é o mais requerido. Por essa razão reveste-se de grande importância o conjunto de dados que devem ser considerados para um diagnóstico assertivo. Foram estudados 45 touros da Raça Brava de Lide, dos quais, logo após o abate, foi recolhido e analisado o sangue, com o objectivo de se determinar o eritrograma e o leucograma.

Do amplo e já estabelecido conhecimento que existe sobre hemogramas, o eritrograma apresenta valores superiores aos designados para a generalidade das espécies, incluindo o do ser humano e o leucograma, do mesmo modo, expõe valores normais relativamente consonantes com as médias conhecidas em vários valores de referência laboratoriais.

A hibridização do bisonte europeu pôde contribuir para uma eventual e putativa afinidade com o touro de lide, nos dados referentes aos eritrócitos, hemoglobina e hematócrito.

INTRODUÇÃO

O touro de lide (Bos taurus ibericus), descende dum animal selvagem primitivo, de grande estatura e de comportamento agressivo que recebeu a designação de Auroque (Bos primigenius) pelos povos da Gália. O Auroque é um dos animais mais retratados na arte do paleolítico – grutas de Lascaux (15000-13000 a.C., França) ou de Altamira (18500-13000 a.C., Espanha) e na arte rupestre do Vale do Côa (18000-15000 a.C., Portugal). Terá chegado (Pleistoceno) à Península Ibérica vindo do Norte de África via estreito de Gibraltar (Faria, MM 2007).

O último auroque foi caçado em 1627 na Polónia. Este, foi o ascendente ancestral dos bovinos actuais e, naturalmente do touro de lide, este, criado em liberdade em regime extensivo, é autosustentável ecologicamente. O touro bravo que Hoje conhecemos é o resultado de mais de 3 séculos de cuidadosa selecção dos criadores, que ao longo do tempo foram seleccionando caracteres comportamentais e morfológicos, numa busca constante pela bravura (Prótoiro 2019), feito através das fêmeas, já que os machos não são manipulados excepto em mangas no controlo sanitário. Devido a estes motivos os touros de lide muito pouco ou nada, têm a ver com as raças de bovinos domésticos (Gouveia, AJ, Orge, L e Carvalho, P 2016; Gouveia, AJ et al 2017; Gouveia, AJ, Martins, VC e Alexandre-Pires G 2018).

Pelas razões expostas e porque, que não existem dados hematológicos para o touro de lide, este estudo teve por objectivo estabelecer os valores de referência para o eritrograma e leucograma que possam ser utilizados pelos clínicos veterinários como padrão.

HEMOGRAMA

Apesar deste estudo não versar sobre fisiologia, o autor consideou pertinente este seu enquadramento ainda que extremamente resumido. As hemácias são, em grande parte, eliminadas da circulação pelas células fagocíticas do baço, fígado e medula óssea. A hemoglobina é decomposta nessas células e nos hepatócitos, primariamente pelo sistema da heme oxigenase com a conservação (e subsequente reutilização) do ferro, degradação do heme em bilirrubina por meio de uma série de etapas enzimáticas e reutilização da proteína (Braunstein, EM 2017) O hematócrito corresponde, em %, ao volume de hemácias em relação ao volume total de sangue. Ao mesmo nº de hemácias podem corresponder valores de hematócrito diferentes, conforme o estado de hidratação do indivíduo: desidratação e redução no volume plasmático geram valores mais elevados; hipervolemia e aumento no volume plasmático resultam em valores menores (Delfino, LJB., et al 2012).

O volume corpuscular médio (VCM) é um índice do tamanho da hemácia. Em Humanos, hemácias com VCM abaixo de 80: são consideradas microcíticas, Valores acima de 95: indicam macrocitose. Dentre os índices hematimétricos, o VCM ainda é o mais largamente utilizado na avaliação das anemias, associado à análise das alterações morfológicas das hemácias, que também pode fornecer subsídios interessantes no reconhecimento de diversos tipos de anemia (Grotto, HZW 2009).

A hemoglobina corpuscular média (HCM) e a concentração hemoglobínica corpuscular média (CHCM) são índices de cor, refletindo a concentração de hemoglobina presente nas hemácias. Também em Humanos, os valores de CHCM abaixo de 30%: indicam hipocromia, condição em que as hemácias estão menos coradas que as normais por apresentarem uma concentração hemoglobínica subnormal.

O uso de aparelhos automatizados permitiu a introdução do índice RDW – Red cells Distribution Width, o qual corresponde à amplitude de distribuição do tamanho das hemácias. É mais um índice de anisocitose, indicando o quanto a população de hemácias se desvia do tamanho médio.

Determinações efectuadas em touros bravos foram encontradas diminuições dos parâmetros do eritrograma depois da lide (Buendía y Domenech 2011). Os leucócitos são células nucleadas, presentes no sangue circulante. São incolores, dotados de movimento amebóide, fagocitose e diapedese. A contagem de leucócitos varia significativamente conforme o ciclo circadiano..

Os leucócitos são reunidos de início em 2 grupos: granulócitos e agranulócitos (Schmiedt, DA et al 2013). Os glóbulos brancos (leucócitos) desempenham um papel essencial papel na defesa imunológica e inclui diferentes subpopulações: granulócitos neutrófilos, eosinófilos e basófilos, monócitos e linfócitos. Os leucócitos são produzidos e amadurecem na medula óssea e, no caso de linfócitos, nos tecidos linfóides. Em bovinos, o número total de leucócitos diminui com a idade. Os linfócitos são a subpopulação dominante, mas a proporção de linfócitos varia com a idade (Roland, L., Drillich, M. and Iwersen, M 2014),

No leucograma em animais sob stress, a resposta dos leucócitos é classicamente caracterizada pela neutrofilia, linfopenia, monocitose e eosinopenia (Silva, R., et al 2008).

As plaquetas são activadas pela exposição do colágeno em situações de lesões dos vasos sanguíneos, isto implica a agregação plaquetaria por meio de fibrinas. Após a activação das plaquetas, consequentemente acontece a coagulação e, formação de trombos em maior ou em menor grau (Soares, BF et al 2012).

ÍNDICES ERITROCITÁRIOS

As amplitudes dos índices apresentados como referência para os bovinos domésticos (Bos taurus) são: 6 – 8 [106 /mm3 ], hemoglobina 13 – 15 [g/dL], hematócrito 38 – 45 [%], VCM 46 – 54 [fL], HCM 15 – 20 [pg] e CHCM 32 – 39 [g/dL] (Dukes’ Physiology of Domestic Animals, 2015). Considerando que o touro de lide (Bos taurus ibericus) é um animal selvagem e que está mais próximo do seu ancestral, o auroque (Bos primigenius), que os bovinos domésticos produtores de carne e leite (Bos taurus), é interessante verificar as amplitudes de 3 parâmetros já que, não existindo eritrogramas completos, foram apenas compilados os valores dos eritrócitos, hemoglobina e hematócrito, referentes a 5 espécies difererntes de ruminantes selvagens, de 4 continentes – Ásia, América, Europa e África. Foram assim, considerados aqueles índices hematimétricos para o búfalo asiático (Bubalus bubalis) (Schalm’s Veterinary Hematology 2010) e para o bisonte americano (Bison bison) (Schalm’s Veterinary Hematology 2010; Miller, LD et al 1989), o bisonte europeu (Bison bonasus) (Wolk, E 1983), o búfalo africano (Syncerus caffer) e o Gnu ou Boi-cavalo (Connochaetes taurinus) (Miller, RE and Fowler ME 2014), patenteados abaixo na Tabela I. Os dados expostos são meramente indicativos com salvaguarda, porque não se conhece em rigor o material e os métodos nem as circunstâncias, que levaram à sua obtenção.

Tabela I / Parâmetros hematimétricos / Espécies selvagens / Amplitudes:

MATERIAL E MÉTODOS

Os animais em estudo (Portugal) foram abatidos no Matadouro Regional de Mafra, licenciado sob o Registo PTR95. Este matadouro é uma pequena Empresa Privada e foi especialmente concebido para bovinos, nomeadamente de raça brava, está devidamente e legalmente Registado na Direcção Geral de Veterinária (DGV) sob Licença de Exploração tendo que cumprir com todas as regras éticas e de bem-estar animal de acordo com as directivas internacionais emitidas por aquela Direcção Geral, obtendo os funcionários do matadouro Cursos para o efeito na DGV. O corpo inspectivo é o garante diário de vigilância e monitorização da ética e do bem-estar animal. Portanto, apesar de não ser obrigatório, as pequenas empresas privadas possuírem um código de ética, a mesma é salvaguardada pelas disposições do Estado Português que superintende nos abates sanitários.

Foram assim, considerados 45 Touros de Lide (TL), com a média de 51 meses de idade, cujo peso médio em canal a quente foi de 279 kg, para um peso vivo estimado (médio) de 507 kg. Após insensibilização por morte cerebral foi recolhido sangue (via transcardíaca) cerca de 10 segundos depois, para 20 Eurotubos com gel de separação de soro (10) e com EDTA (10) com capacidade para 5 ml de sangue total. Foram transportados de imediato para o laboratório de análises – LABAMARO, sob licença da ARSLVT nº 00101L/2008 e com o nº de registo da ERS – E107514; Certificado pela NP EN ISSO 9001 e pela EIC.

O equipamento usado na determinação dos hemogramas foi o Sysmex XE 2100. O seu funcionamento baseia-se: na câmara de detecção dos RBC (Red Blood Cells) é determinado o tamanho e a quantidade de eritrócitos (RBC) e de trombócitos (PLT) através de métodos de determinação da Resistência. Na cubeta de Hemoglobina a concentração é medida fotométricamente. No bloco óptico de detecção é determinado o nº total de leucócitos e basófilos. Na câmara de detecção são dissolvidos os eritrócitos, através de lise, e os leucócitos são tingidos. Passam por um bloco óptico de detecção onde é apontado um laser. A luz difundida e as caracteristicas de fluorescência são medidas permitindo conclusões sobre as caracteristicas quimicas e fisiológicas das células. Usando um corante específico para ácidos nucleicos (polimetina),que se liga selectivamente ao núcleo das células, é possível detectar os granulócitos imaturos. Portanto a determinação do Hemograma é feita por citometria combinada com polimetina e fotometria.

Todos os dados registados foram analisados através do software SPSS V12. O SPSS é um software aplicativo do tipo científico, cujo nome é acrónimo de “Statistical Package for Social Sciences” – Pacote este, de apoio à tomada de decisão que inclui: aplicação analítica e estatística que transformam os dados em informações importantes, complementado com a folha de cálculo Microsoft Office Excel 2013 com “Kaddstat: statistical analysis plug-in to Excel Microsoft Excel” (Harnett and Horrel 1998). Este programa, utiliza uma abordagem integrada e enfatiza a modelagem e a aplicação de métodos puros em vez de técnicas estatísticas. Essa ênfase permite aprender a resolver problemas e prepara a tomada de decisão. Todos os modelos e análises usam o Excel sem precisar de realizar cálculos difíceis. A quantificação da amostra para a análise estatística foi determinada a partir de um cálculo simples, que pode ser usado quando a dimensão da população é conhecida, a qual refere que a dimensão de uma amostra proveniente de uma população finita, de tamanho N é dado por: N^ (1/2) + 1 arredondado para o número inteiro mais próximo (Arsham 2015). Deste modo, a população conhecida e finita de touros de lide adultos, abatidos de Julho de 2018 a Dezembro de 2019 no Matadouro Regional de Mafra foi de 1931, de que resultou numa amostragem de 45 animais aceites.

RESULTADOS

Todos os dados forem recolhidos em touros clinicamente examinados por veterinários habilitados para o efeito nas respectivas explorações, ante-mortem nos currais do matadouro onde repousaram mais de 12 horas e, post-mortem, não tendo sido detectada alguma patologia o que se confirmou na inspecção sanitária, donde se conclui o estado hígido dos animais. Os resultados obtidos nas análises efectuadas ao Eritrograma, consideradas as médias e o desvio padrão (DP) bem como os mínimos e os máximos dos eritrócitos, hemoglobina, hematócrito, volume corpuscular médio (VCM), hemoglobina corpuscular média (HCM), concentração da hemoglobina corpuscular média (CHCM) e a amplitude da distribuição dos eritrócitos (RDW) são os que se apresentam na Tabela II.

E, os resultados obtidos nas análises efectuadas ao Leucograma, consideradas as médias e o desvio padrão (DP) bem como os mínimos e os máximos dos leucócitos, neutrófilos, eosinófilos, basófilos, linfócitos, monócitos e plaquetas são os que se apresentam na Tabela III.

Porque não existem animais comparáveis ao touro de lide, a comparação de dados é irrelevante por inexistente, de facto, a fisiologia do cão e do gato, bem como de outros animais domésticos e mesmo, do Ser Humano, sendo evolutivamente divergentes, tornam qualquer paralelismo ou correspondência, inaceitável e inadmissível. Se apenas nos cingirmos aos ruminantes, é tentador ensaiar uma análise com a Tabela I, ainda que não haja similitude devido à não existência de elementos padrão entre eles. Em todo o caso é possível aferi-los em Teoria nas Figuras 1, 2 e 3:

Dos prâmetros equacionados, com as ressalvas antes relevantemente expostas, parece haver alguma afinidade entre o touro de lide e o bisonte europeu. Ainda que seja surpreendente, pode-se remontar no tempo, sendo teoricamente possível anotar que os auroques e os bisontes, viveram em tempos recuados e ancestrais na mesma época e habitat, nomeadamente na floresta Bialowieza, Polónia, onde ainda hoje existem bisontes europeus.

DISCUSSÃO

As investigações em touros de lide, particularmente na área da Fisiologia são raras. O toro de lide é um animal sui generis especificamente criado para a luta que sugere, quando isolado, comportamentos de predação apesar de ser um herbívoro ruminante (Gouveia, AJ 2019). Todos os animais repousaram suficientemente, apresentaram comprovadamente o estado de saúde requerido e por isso foram considerados aceites para o estudo.

Deve ser posto em evidência que esta pesquisa se debruçou apenas sobre touros adultos criados em Portugal e que os dados são os da amostra (45 touros), os quais podem ser extrapolados mas com o devido cuidado.

Do amplo e já estabelecido conhecimento que existe sobre hemogramas, o eritrograma apresenta valores superiores aos designados para a generalidade das espécies, incluindo o do Ser humano e o leucograma, do mesmo modo, expõe valores relativamente consonantes com as médias conhecidas em vários valores de referência.

Deve ser referido que estamos perante um animal de cariz semi-selvagem, que não tem referências similares na zoologia, não permitindo por isso, em rigor, comparações válidas. Ainda assim, integram-se nos valores hematológicos para os bovinos domésticos, com pequenas variações (Dukes’ Physiology of Domestic Animals, 2015; Schalm’s Veterinary Hematology 2010).

Contudo, qualquer tentativa de comparação (hemogramas) deve ter em conta e a devida aferição com: a espécie, a raça, o género, a genética, o maneio, o peso, a alimentação, a massa muscular, a latitude e longitude considerando as condições climáticas, o equipamento analítico e as metodologias de análise, etc. Se assim, conseguirmos afinar para uma mesma base matemática e estatística todas estas condicionantes, só então, podemos inferir algum resultado que induza semelhanças.

Isto é válido óbviamente para o raciocínio que resulta da observação dos dados entre o touro de lide e animais selvagens.

Deste modo, considerando os gráficos demonstrativos enunciados antes (Figuras 1 a 3), que supostamente consideram alguma conformidade entre o touro de lide e o bisonte europeu, devemos perguntar-mo-nos se de facto existe alguma base que tente justificar o desiderato ou se, se trata apenas de uma coincidência de dados.

De facto a literatura considera que em 2016, os primeiros dados completos de sequenciamento do genoma de 2 bisontes europeus da Floresta Bialowieza revelaram que o bisonte europeu (Bison bonasus) e as espécies bovinas (Bos) divergiram através de um processo de especiação envolvendo fluxo génico limitado (Soubrier, J et al 2016). Esses dados apoiam a ocorrência de contactos mais recentes, posteriores à divergência do Bos primigenius (cerca de 150.000 anos atrás), entre as linhagens de gado taurino e bisonte europeu.

E, um estudo independente do DNA mitocondrial e marcadores autossómicos confirmou que o bisonte europeu é um híbrido entre o extinto bisonte-das-estepes (Bison priscus) e Auroques com um evento de hibridação de há 120.000 anos atrás (Gautier, M et al 2016). Esta situação é consistente com a origem bovina do DNA mitocondrial no bisonte europeu (Figura 4). Deste modo, pode haver uma fundamentação evolutiva que justifica a putativa similitude verificada.

CONCLUSÃO

As amplitudes dos índices apresentados para os bovinos domésticos (Bos taurus) são mais baixas do que as encontradas nos touros de lide. Os resultados obtidos que se consideram como valores de referência do eritrograma para o touro de lide são:

A hibridização do bisonte europeu pôde contribuir para uma eventual e putativa afinidade com o touro de lide, nos dados referentes aos eritrócitos, hemoglobina e hematócrito. Assim mesmo, são extraordinariamente importantes, ulteriores estudos que ratifiquem, todos estes elementos contributivos para a compreensão do Bos taurus ibericus.

  • Autoria: Augusto Gouveia, (INIAV)
  • Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária. Oeiras. Portugal.
  • Email de Correspondência: augusto.gouveia@iniav.pt
  • Artigo publicado em ResearcGate e Academia.edu.
  • Fonte: http://www.iniav.pt
Referências:
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