Na primeira pessoa

❝ Desde 2017 diminuímos para metade o número de incêndios e a área ardida ❞

António Costa, Primeiro-Ministro

〈 04/03/2021 〉

“Se queremos ter uma floresta resiliente, que contribua para enriquecer o País, para criar melhores condições de vida no interior, que ajude as populações a viver melhor, temos de agir sobretudo nos elementos estruturais.

O que de mais importante hoje foi aprovado são os instrumentos de ordenamento do território, de ordenamento da paisagem, as intervenções de gestão integrada do espaço rural e o desenvolvimento das valências da proteção civil preventiva, da qualificação dos que são chamados a intervir nos combates aos incêndios florestais, e no reforço dos meios de combate, designadamente dos aéreos, confiados à Força Aérea.

O maior risco que o País pode correr é que, de cada vez que temos sucesso na diminuição do número de incêndios ou da dramaticidade dos seus efeitos, desmobilizar na determinação para fazer a transformação de fundo.

Desde 2017 diminuímos para metade o número de incêndios e a área ardida, mas este sucesso não nos pode fazer esquecer do essencial: o mais importante, que tem a ver com a reconstrução da paisagem, com a reforma profunda da floresta, é um combate permanente e que tem de continuar a ser permanente ao longo das próximas décadas”.

Declarações feitas após o Conselho de Ministros sobre florestas no dia 4 de março de 2021.

Artigo relacionado:

Comunicado do Conselho de Ministros de 4 de março de 2021