Apicultura Bio

Empreendedorismo | Mel Moura (Biológico)

Natural da aldeia de São Pedro, Paulo Moura herdou do pai o gosto pela apicultura. Deixou para trás a função de motorista para passar a conduzir o trabalho de milhares de abelhas espalhadas pelos 12 apiários que ministra. Uma aposta de vida, iniciada em 2008, que leva o Mel Moura a ostentar o selo biológico desde 2014.

〈 15/04/21 〉

Apesar da crise pandémica, este barrosão de 46 anos acredita que o produto irá vencer toda e qualquer dificuldade até porque, em casa, a linhagem promete continuidade.

Depois de ter emigrado para a Suiça, onde esteve quatro anos, e ter exercido a função de motorista de pesados numa empresa que laborava no concelho de Montalegre, ao longo de oito, Paulo Moura decidiu pegar na paixão do pai e dar-lhe continuidade. A decisão aconteceu em 2008, em plena crise económica mundial. Desde pequeno que observava o pai em volta das abelhas. Na altura, as “picas” eram muitas e o «bichinho ainda não mordia». Hoje, bem protegido, olha para o Mundo da apicultura com outros olhos.


12 APIÁRIOS

Tudo começou com o apiário do pai onde havia 20 colmeias. Este tímido arranque não durou muitos anos. Em 2011 decidiu contactar a Associação dos Jovens Agricultores de Portugal (AJAP) onde fez um projeto. Recebeu 60 mil euros, dinheiro investido ao longo de cinco anos na compra de material. O investimento levou a que hoje tenha 12 apiários. Cinco em Contim, quatro em São Pedro, um em Vilaça e os restantes nas aldeias de Coimbró (1) e Alturas do Barroso (1), estas últimas no concelho vizinho de Boticas. Dois anos volvidos, em 2013, faz novo projeto, desta vez direcionado para a construção de um armazém, onde arrecada o mel e outro material apícola.


MEL BIOLÓGICO

O Mel Moura apresenta uma cor escura. É denso numa textura onde predomina a urze (grande parte), o carvalho e o castanheiro. Este produtor barrosão sempre quis ter um mel diferenciador. Esclarece que o tratamento é diferente. Não há qualquer químico, apenas prevalece o natural, o que, por vezes, leva a «algumas baixas», dada a menor resistência das colmeias. As alterações climáticas e a praga dos incêndios, são fatores que têm provocado estragos na produção. Porém, Paulo Moura não desanima nem esmorece com o muito trabalho que leva para que esta aposta – procurada nacional e internacionalmente – seja de sucesso.

Natural da aldeia de São Pedro, Paulo Moura herdou do pai o gosto pela apicultura. Deixou para trás a função de motorista para passar a conduzir o trabalho de milhares de abelhas espalhadas pelos 12 apiários que ministra. Uma aposta de vida, iniciada em 2008, que leva o Mel Moura a ostentar o selo biológico desde 2014. Apesar da crise pandémica, este barrosão de 46 anos acredita que o produto irá vencer toda e qualquer dificuldade até porque, em casa, a linhagem promete continuidade.

Depois de ter emigrado para a Suiça, onde esteve quatro anos, e ter exercido a função de motorista de pesados numa empresa que laborava no concelho de Montalegre, ao longo de oito, Paulo Moura decidiu pegar na paixão do pai e dar-lhe continuidade. A decisão aconteceu em 2008, em plena crise económica mundial. Desde pequeno que observava o pai em volta das abelhas. Na altura, as “picas” eram muitas e o «bichinho ainda não mordia». Hoje, bem protegido, olha para o Mundo da apicultura com outros olhos.


12 APIÁRIOS

Tudo começou com o apiário do pai onde havia 20 colmeias. Este tímido arranque não durou muitos anos. Em 2011 decidiu contactar a Associação dos Jovens Agricultores de Portugal (AJAP) onde fez um projeto. Recebeu 60 mil euros, dinheiro investido ao longo de cinco anos na compra de material. O investimento levou a que hoje tenha 12 apiários. Cinco em Contim, quatro em São Pedro, um em Vilaça e os restantes nas aldeias de Coimbró (1) e Alturas do Barroso (1), estas últimas no concelho vizinho de Boticas. Dois anos volvidos, em 2013, faz novo projeto, desta vez direcionado para a construção de um armazém, onde arrecada o mel e outro material apícola. 


MEL BIOLÓGICO

O Mel Moura apresenta uma cor escura. É denso numa textura onde predomina a urze (grande parte), o carvalho e o castanheiro. Este produtor barrosão sempre quis ter um mel diferenciador. Esclarece que o tratamento é diferente. Não há qualquer químico, apenas prevalece o natural, o que, por vezes, leva a «algumas baixas», dada a menor resistência das colmeias. As alterações climáticas e a praga dos incêndios, são fatores que têm provocado estragos na produção. Porém, Paulo Moura não desanima nem esmorece com o muito trabalho que leva para que esta aposta – procurada nacional e internacionalmente – seja de sucesso.

Município de Montalegre