Hortofruticultura

“Se não for vendida entre 2,5 a 3 euros, não paga o custo de produção”

Todas as semanas a consultora agrícola Espaço Visual realiza um evento online – AgroMeetings – para o qual escolhe temas e oradores que com a sua comunicação, acrescentam valor a quem os acompanha.

Em março os assuntos dos AgroMeetings foram bastante diversos, como por exemplo a cultura da cerejeira, analisado na ótica de uma jovem produtora da região de Lamego.

Para tratar o tema da cultura da cerejeira o CEO da Espaço Visual, José Martino, convidou Margarida Oliveira, uma jovem produtora que se dedica à cultura desde 2013, numa empresa familiar, localizada em Ferreiros de Avões – Lamego. Exploração situada numa quota de 650 metros de altitude, exposta a norte e virada para o rio Douro.

Porquê esta cultura, é a questão que desde logo se impõe. Margarida Oliveira explica que deveu-se à oportunidade que surgiu perante um pomar de cerejeiras abandonado. Com ajuda técnica procurou reabilitá-lo com várias intervenções, até que em 2017 submeteu um projeto para reconversão de 1,6 hectares de cerejal (total de 6,4). Desde então já viajou bastante para outras regiões produtoras, no país e fora dele, à procura de mais conhecimento para aplicar no seu pomar.

Em 2019 deu início ao investimento, depois da aprovação do projeto, optando por um sistema de condução diferente do privilegiado na região – Drapeau Marchan, “um sistema francês, com uma densidade de plantação de 1,4×4, no porta-enxerto Gisela 6” e definiu cinco variedades (…).

Leia o artigo em completo na edição impressa de abril 2021.

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