Certificação EMPRESAS & PRODUTOS

Agricert lança certificação Pecuária Baixo Carbono procurando contribuir para um planeta mais sustentável

Porque quer fazer parte da caminhada na persecução de um planeta melhor e mais sustentável, a Agricert tem disponível um novo esquema de certificação – PPC – Pecuária Baixo Carbono.

O principal objetivo do novo esquema de certificação – PPC – Pecuária Baixo Carbono, agora disponível na Agricert, é trazer valor ao produto e simultaneamente estimular os vários agentes económicos a participarem ativamente na descarbonização. A certificação Pecuária Baixo Carbono permite efetivamente medir os níveis de emissão ou sequestro de gases com efeitos de estufa, e assim aferir a eficiência ecológica da exploração agrícola.

”Apenas com a consciência do real impacto que uma determinada exploração tem no ambiente, é possível ao agricultor delinear uma estratégia”, assegura Maria João Valentim, em nome da Agricert.

Público-alvo são os proprietários de explorações agropecuárias

Assim, como o próprio nome indica, esta certificação tem como público-alvo os proprietários de explorações agropecuárias, que pretendam otimizar os níveis de sequestro de carbono e assim ostentar o logotipo nos seus produtos colocados no mercado, como garante do respeito pelos recursos e contributo no combate às alterações climáticas. Na Agricert acredita-se que esta certificação será considerada uma ferramenta básica de trabalho, e uma forma de os operadores pecuários porem termo a alguns mitos que envolvem o setor.

Além disso, no pacto ecológico existe a perceção de que a pegada de carbono poderá vir a ser calculada obrigatoriamente. Pelo que esta certificação, poderá antecipar alguma pressão regulatória para o futuro, daí que a empresa esteja certa de que virá a ser um sucesso.

Maria João Valentim reconhece que os produtores estão cada vez mais conscientes de que é preciso trabalhar de forma sustentável preservando os recursos naturais e, simultaneamente, os consumidores procuram cada vez mais garantias de que estão a consumir produtos produzidos de forma sustentável com baixo impacto ambiental (…).

Artigo completo publicado na edição de maio 2021 da Revista Voz do Campo.

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