Grande Entrevista

“A principal mudança no Alentejo? Foi a água!”

Com a primeira fase do Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva – EFMA – concluída (cerca de 120 mil hectares), já teve início a construção de mais cerca de 50 mil hectares, cuja conclusão está prevista para 2024, 10 mil dos quais até final deste ano.

15/07/21

De acordo com o Anuário Agrícola de Alqueva 2020, o EFMA tem a sua influência direta distribuída por 20 concelhos dos distritos de Beja, Évora, Setúbal e Portalegre, onde se tem assistido a uma tendência de alteração de ocupação cultural no sentido do aumento do peso das culturas permanentes, fruto do aumento da importância dos olivais e amendoais.

Mas têm sido muitas as alterações, não apenas em termos das culturas que vão ocupando o território mas de tudo o resto que lhes está inerente, desde as práticas agrícolas, até às oportunidades que vão sendo geradas, como pode ser constatado na Revista Voz do Campo – edição de julho.

José Pedro Salema

Como menciona em Entrevista o presidente do conselho de Administração da EDIA – Empresa de Desenvolvimento de Infraestruturas do Alqueva, S.A., José Pedro Salema, Alqueva abriu a porta ao investimento na agricultura, mas também na Agroindústria, no Turismo e na Exportação.

Como se caracteriza hoje o Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva?

Hoje podemos afirmar que o Empreendimento de Alqueva é um projeto de sucesso. A principal característica deste grande conjunto de infraestruturas é a sua multiplicidade de soluções integradas. Abrangem áreas tão diversas como o fornecimento de água para a agricultura, abastecimento público e industrial, mas também as áreas das energias renováveis, turismo e serviços a montante e jusante destas atividades (…).

Leia o artigo completo na edição de julho 2021.

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