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Aranhiço vermelho. Uma praga ‘feita pelo Homem’ que precisa de soluções

A Sipcam Portugal promoveu o webinar em parceria com o COTHN subordinado ao ‘estado da arte sobre o aranhiço vermelho’, focado na cultura da macieira.

Em parceria com o COTHN, a Sipcam Portugal promoveu o webinar ‘o estado da arte sobre o aranhiço vermelho’ focado na cultura da macieira e que contou com vários convidados, entre os quais o professor Raúl Rodrigues, da Escola Superior Agrária de Ponte de Lima, que fez um enquadramento da praga que, diz, “é o que se chama uma praga feita pelo Homem porque sempre existiu e em equilíbrio com os predadores naturais até à massificação da utilização de produtos de síntese”. Essa massificação teve o seu revés, porque além do aranhiço vermelho também eliminou os predadores naturais e a capacidade de resistência do aranhiço vermelho aos pesticidas faz com que os produtos rapidamente fiquem obsoletos. Face às poucas soluções é necessário gerir muito bem a aplicação do que existe no mercado.

Mas, voltando um pouco atrás, a justificação desta ser uma praga feita pelo Homem prende-se com os fatores que favorecem o seu desenvolvimento e que entre outros são as adubações azotadas, sensibilidade varietal, intensificação cultural, podas intensas e a seletividade dos pesticidas sobre os ácaros e insetos predadores.

O aranhiço vermelho apresenta dois tipos de estragos, os diretos e os indiretos, que podem traduzir-se em prejuízos (…).

Leia o artigo completo na edição de julho 2021.

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