A Lei de Bases da Política Florestal prioriza a produção florestal e preconiza o seu aumento, assente na expansão da área florestal e no aumento da produtividade dos espaços florestais na ótica do uso múltiplo dos recursos e da sua sustentabilidade. Neste sentido, três dos seis objetivos estratégicos da Estratégia Nacional para as Florestas são:

C – Melhoria da gestão florestal e da produtividade dos povoamentos;
D – Internacionalização e aumento do valor dos produtos;
E – Melhoria geral da eficiência e competitividade do setor.

No entanto, apesar da proclamação formal nos principais documentos legislativos, desde 2015, com a XIII Legislatura, que se assiste a um ambiente político crescentemente antiprodução e, em consequência, à aprovação de legislação fortemente restritiva do investimento florestal e à quase cessação das medidas de fomento florestal – seguidas antes pelos poderes públicos durante décadas.

É também de destacar, a perda de um propósito autónomo da política florestal, com a sua subordinação funcional aos objetivos de outras políticas públicas como a de proteção civil, ordenamento do território e ação climática, e a uma muito clara subalternização das funções económicas da floresta a uma quase total irrelevância. A passagem da tutela política deste setor para o Ministério do Ambiente é a consagração desse facto.

Neste seminário – o segundo dedicado a este assunto – a CAP, representada pelo Secretário-geral , Luís Mira, propõe um debate marcante sobre estas realidades com as principais empresas florestais portuguesas, que aceitaram o convite para participar na iniciativa:

Altri Florestal – Miguel Silveira

Amorim Florestal – Paulo Américo Oliveira

Floresta Atlântica – Marta Souto Barreiros

Florestgal – Rui Nobre Gonçalves

Sonae Arauco – Nuno Calado

The Navigator Company – João Lé


INSCRIÇÕES EM:

https://cap-pt.zoom.us/webinar/register/WN_N-NRSoJXSR2xRB9Q4hlS4w

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