EMPRESAS & PRODUTOS Sanidade vegetal

Utrisha N, a revolução na fixação do azoto: Poupar o meio ambiente e garantir ótimas produções é possível com a Hubel Verde

Esquema exemplificativo da conversão do azoto no solo e na planta, sem e com Utrisha N

Aumentar a rentabilidade das produções agrícolas, ao mesmo tempo que conservamos o solo e protegemos o meio ambiente, tem sido o nosso objetivo nos últimos anos.

A consciência de que o crescimento sustentável da agricultura passa pela utilização de soluções (bio)tecnológicas que sejam capazes de, simultaneamente, potencializar os solos e promover a sua proteção, está na nossa agenda e é por isso que introduzimos no nosso portefólio produtos consonantes com esta ideia.

Assim entrou o Utrisha N na história da Hubel Verde. Este produto trata-se de um fixador de azoto natural, que ajuda os agricultores a maximizar o potencial produtivo de uma ampla variedade de culturas, ao mesmo tempo que evita a degradação dos solos, decorrente de adubações azotadas excessivas.

Utrisha N, a revolução na fixação do azoto

Apesar de 78% da nossa atmosfera ser composta por azoto (N2), as plantas não são capazes de o assimilar diretamente, a não ser que este esteja reduzido. Assim, o azoto é fornecido às plantas através da aplicação de fertilizantes químicos e pela mineralização da matéria orgânica. Infelizmente, a aplicação excessiva, inconsciente e/ou inadequada de nitratos nos solos agrícolas traduz-se, além de uma perda económica, na degradação do solo e potencia a eutrofização das águas.

A solução que a Hubel Verde apresenta passa pela nutrição vegetal azotada através da fixação biológica do azoto atmosférico O Utrisha N é composto pela bactéria endófita Methylobacterium symbioticum, que fornece azoto à planta de forma natural.

Mas como funciona?

O Utrisha N, ou mais concretamente a bactéria, entra na planta através das folhas em estados iniciais de desenvolvimento e coloniza rapidamente as mesmas convertendo-as no seu habitat. A bactéria faz a conversão do azoto atmosférico (N2) em amónio (NH4 +), metabolizando-o diretamente em aminoácidos, fornecendo-os à planta de forma constante ao longo do ciclo da cultura, economizando energia à planta.

Por outras palavras, o Utrisha N poupa o meio ambiente, uma vez que permite a redução do uso de fertilizantes químicos; poupa a planta, pois esta necessita de gastar menos energia nos processos fisiológicos, e, por fim, poupa o agricultor que não terá de investir tanto em fertilizantes.

É a solução perfeita para uma agricultura que se quer rentável e ao mesmo tempo mais sustentável.

Um sistema de produção mais amigo do ambiente → caso prático

Em ensaios de campo realizados pela Hubel Verde, a metodologia passa por comparar parcelas em que numa é aplicado o Utrisha N e é feita a redução de azoto e noutra é aplicada a bactéria mas não é feita a redução de azoto. Os resultados têm sido bastante positivos na primeira opção (…).

Saiba mais e leia o artigo completo na nossa → edição de maio 2022.

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Este e outros artigos completos e exclusivos
  • Na Revista Voz do Campo:

Edição de maio ‘2022

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