Hortofruticultura

Rede de cooperação tem sido fundamental para produzir conhecimento nas prunóideas

〈 20 / 05 / 2022 〉

As 3.ª Jornadas Técnicas das Prunóideas aconteceram no início de abril na cidade da Covilhã, numa organização que foi o resultado da sinergia criada entre várias organizações como é o caso da AAPIM, APPIZÊZERE, COTHN e a Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Castelo Branco, entre vários outros parceiros.

O trabalho em rede foi enaltecido em vários pontos do programa das Jornadas e o fim do primeiro dia de trabalhos foi o exemplo bem claro deste significado, materializado na apresentação de três livros com os resultados finais de três Grupos Operacionais que ao longo de vários anos têm investigado estas espécies fruteiras: Prunos BOT, Prunus FITO e Prunus POS.

Maria Paula Simões

Um dos nomes que surge imediatamente quando se fala de investigação em prunóideas é o de Maria Paula Simões, docente e investigadora da Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Castelo Branco. Foi quem apresentou os livros, reforçando que os Grupos Operacionais são constituídos por pessoas, que no seu conjunto constituem a rede GOPrunus. Esta assume várias configurações (formal e informal) é robusta e integra uma grande diversidade de atores como a AAPIM, APPIZÊZERE, COTHN e a Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Castelo Branco a que se foram juntando outros como o CATAA, Cerfundão, Quinta de Lamaçais, DRAPCENTRO, Faculdade de Ciências de Lisboa, INIAV, ISA e a Universidade da Beira Interior.

Foi unânime a opinião na abertura da sessão de trabalho nas considerações sobre a relevância desta rede de cooperação que tem produzido conhecimento, transferido para os agricultores no sentido de aumentarem a sua competitividade e obviamente assim tornarem a região mais rica (…).

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