Hortofruticultura

“Cereja do Fundão é a que tem maior notoriedade em termos de perceção e valorização de marca”

Resultado do investimento de um conjunto de produtores e formada com foco no embalamento e comercialização de fruta produzida pelos mesmos, hoje a Cerfundão é constituída por cerca de três dezenas de associados.

Entretanto reconhecida como Organização de Produtores, presta também apoio a esses mesmos produtores, de modo a que possam dedicar-se em exclusivo à produção. Situada no coração da Cova da Beira, no Fundão, falamos de produtores sobretudo de cereja, mas também de pêssego, pequenos frutos, maçã (…). A cereja é aquela que merece maior destaque, “o ás de trunfo”, define Luís Pinto, diretor-geral da Cerfundão. E “Cereja do Fundão é o que tem maior notoriedade em termos de perceção e valorização de marca”. Ao mesmo tempo a empresa está igualmente a trabalhar na ativação da marca “Pêssego IGP Cova da Beira”, assim como da “Maçã IGP Cova da Beira”.

Produtores afetos à Cerfundão dispõem de uma área na ordem dos 300 hectares de cerejeiras. 

Estes sócios produtores apresentam já uma escala bastante interessante relativamente ao panorama nacional e no caso da cereja e do pêssego há um grupo restrito de produtores que representa quase 90% da produção (no universo da Cerfundão), sem qualquer demérito para outros produtores de menor dimensão.

Na área da cereja neste momento os produtores afetos à empresa dispõem de uma área na ordem dos 300 hectares de pomares, muito dispares, situados em zonas distintas. Essa diversidade, nalguns casos acentuada pela disponibilidade ou não de água, na opinião de Luís Pinto acaba por ser também uma vantagem ao nível da diminuição do risco (…).

→ Aceda a mais desenvolvimento completo na edição de junho 2022.

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Edição de Junho ‘2022

Reportagem especial sobre a Cereja

 

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