Vinha & Vinho

“Se não se mantiverem os pequenos produtores é impossível promover a sustentabilidade”

Nunca como nos dias de hoje se falou tanto em sustentabilidade, mas muitas das práticas que implica não são propriamente novas, como atestou Rosa Amador, diretora geral da ADVID desde 2010, no Agromeeting promovido pela Espaço visual que versou sobre “O Futuro da Viticultura no Douro – Estratégias de sustentabilidade”.

De acordo com a sua definição, o desenvolvimento sustentável visa melhorar as condições de vida de todos, preservando-se o meio ambiente a curto e a longo prazo, tendo por objetivo um desenvolvimento economicamente eficaz, socialmente equitativo e ecologicamente sustentável. Mas, para se implementar a sustentabilidade nestas três vertentes, não pode ser ignorada a competitividade, fundamental para se manterem os negócios.

O caso concreto da Região Demarcada do Douro caracteriza-se pelo minifúndio (19582 exploradores para um pouco mais de 43 mil hectares de área). A maior percentagem de explorações tem menos de 2 hectares, contabilizando-se apenas 1% das explorações com área acima dos 20 hectares. A área mantém-se mais ou menos estável desde 2012 e a produtividade média da região é de 4000 kg/ha (abaixo da produtividade média nacional). “Pode questionar-se porque é que não se aumenta a produção, mas a questão é se depois o vinho iria vender-se”, justifica a responsável (…).

→ Aceda ao artigo completo publicado na edição de julho 2022.

Subscreva já e receba todos os meses informações exclusivas!
  • Revista Voz do Campo:

Edição de Julho ‘2022

Vários temas de interesse e reportagem especial sobre o abacate.

Subscreva a nossa revista mensal e mantenha-se atualizado: