O solo é um recurso não renovável de importância vital, não só para garantir a produção de alimentos e o crescimento das plantas, mas também para regular os fluxos de água, eliminar contaminantes, reduzir o risco de inundações, regular os fluxos de energia para a atmosfera e manter a biodiversidade local. E, graças à sua capacidade de capturar carbono da atmosfera, o solo contribui de forma essencial para a luta contra as alterações climáticas.
Se, além disso, quisermos aumentar a segurança alimentar e melhorar a saúde do solo, surgem soluções que combinam uma maior proteção ambiental com o desenvolvimento económico e social.
A bioeconomia circular pode ser uma ferramenta estratégica na regeneração dos territórios, começando pelo desenvolvimento de instalações industriais capazes de processar resíduos e produtos sustentáveis que não se acumulam no ambiente, aproveitar a matéria orgânica com o objetivo de manter e melhorar a fertilidade do solo e construir uma nova relação entre as cidades e a agricultura. Começando pela recolha seletiva correta da porção orgânica dos resíduos urbanos, utilizando produtos compostáveis.
Os sacos compostáveis e biodegradáveis em Mater-Bi® (família de bioplásticos biodegradáveis e compostáveis da Novamont, empresa da Versalis – ENI) podem incentivar a produção de um composto de alta qualidade que, uma vez devolvido ao solo agrícola, permite a conservação da matéria orgânica.
58% da matéria orgânica do solo é constituída por carbono orgânico.
O composto é classificado como corretivo orgânico:
– Contribui positivamente para manter ou aumentar o teor de matéria orgânica do solo.
– Ajuda a melhorar a estrutura do solo, reduz a erosão e atua como «reserva de nutrientes».
– Aumenta a biomassa e a atividade microbiana. – Reduz a compactação e aumenta a capacidade de retenção de água.
– Sequestra eficazmente o carbono e, através do aporte de matéria orgânica, torna-se uma fonte de acumulação de carbono orgânico de libertação lenta.
– Contribui para mitigar fenómenos como a rápida diminui- ção do carbono orgânico nos solos, evitando a redução progressiva da fertilidade do solo e a libertação de CO2 para a atmosfera em pouco tempo.
– A Comissão Europeia destaca a importância da utilização de composto de qualidade entre as medidas a adotar para restaurar o teor de matéria orgânica nos solos, mitigando assim os fenómenos de desertificação e erosão (…).
Mais informações: www.novamontiberia.es
→ Leia este e outros artigos completos, na Revista Voz do Campo – edição de outubro 2025, disponível no formato impresso e digital.


