Manuel Laureano, diretor comercial da Lusosem
“Há algo a fazer, há algo a evoluir em termos de trabalho à volta da semente certificada e da sua valorização. Será, não tenho dúvida nenhuma, um dos campos principais nos próximos dez anos na resolução de problemas: a genética, a evolução das variedades, as novas variedades e as inovações que a biotecnologia vai permitir.
O melhoramento genético, a adaptação aos novos desafios que aparecem — as famosas alterações climáticas —, as novas exigências do consumidor e os novos problemas fitossanitários farão com que a genética tenha um papel absolutamente fundamental. Achamos que é uma área-chave para o futuro e para responder às necessidades do setor (…).

Há aqui uma grande oportunidade: Portugal pode ser um fornecedor de sementes a nível europeu, com qualidade e com um padrão elevado.
Neste momento os desafios, do ponto de vista interno do próprio setor, passam por alguma legislação e por autorizações relativas a determinadas tecnologias que serão importantes utilizar, de modo que, em vez de demorar 15 anos a obter uma nova variedade, se consiga fazê-lo em 6 ou em 3 (…)”.
Extrato de uma entrevista concedida à Voz do Campo. Não perca a próxima edição.
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