Vera Broder, CEO da MHI Portugal

Vera Broder, CEO da MHI Portugal, salienta que a indústria da canábis medicinal ainda se encontra no início do seu desenvolvimento, apesar de fazer parte de um setor farmacêutico altamente regulado. “Ainda não existe regulamentação, não existem regras bem definidas que sejam transversais no mundo inteiro. Estamos todos a iniciar um percurso no desconhecido”, afirma, destacando a necessidade de um cultivo rigoroso, capaz de garantir consistência e qualidade para a produção de medicamentos.

A MHI Cultivo Medicinal é uma empresa portuguesa, detida maioritariamente por estrangeiros, e enfrenta desafios tanto no plano regulatório como no acesso a autorizações para colocar medicamentos no mercado. Vera Broder refere que a prescrição em Portugal ainda é limitada, devido a estigmas e à falta de conhecimento: “Ainda falta ensinar nas universidades sobre o sistema endocanabinoide e as mais-valias que a canábis medicinal traz ao nosso sistema nervoso central, onde atua”.

Extrato da sua intervenção durante o terceiro painel, dedicado à Canábis Medicinal – O papel do ensino no setor nacional e internacional, no âmbito da 1ª Conferência InovEnsino realizada na Escola Superior de Biociências de Elvas.

Mais desenvolvimento na Revista Voz do Campo, edição de dezembro 2025.


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InovEnsino – 3.ª Conferência será em Beja (10 de dezembro)

 


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