António Mexia, professor catedrático do ISA

António Mexia, professor catedrático do ISA, afirma que “Portugal está num bom caminho, mas ainda há muito por fazer”. Recorda que “o cânhamo é a mesma planta, só que não produz canabinoides” e sublinha a importância da seleção genética: “Cada empresa trabalha com as suas variedades, tem as suas linhas genéticas, não as quer partilhar e quer continuar a fazer melhoramento”.

O foco da produção está na flor, “extremamente sensível, especialmente em indoor, com teores de humidade elevados”. António Mexia alerta para os riscos de contaminação: “Quem quer comprar canábis medicinal não quer que esteja poluída com nada (…)”.

O docente salienta ainda os desafios com vírus e a necessidade de sementes biológicas certificadas: “Algumas empresas utilizam material estrangeiro, e há vírus que são importantíssimos (…)”.

Extrato da sua intervenção durante o terceiro painel, dedicado à Canábis Medicinal – O papel do ensino no setor nacional e internacional, no âmbito da 1ª Conferência InovEnsino realizada na Escola Superior de Biociências de Elvas.

Mais desenvolvimento na Revista Voz do Campo, edição de dezembro 2025.


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InovEnsino – 3.ª Conferência será em Beja (10 de dezembro)

 


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