José Martins, diretor-geral da Agrovete

José Martins, diretor-geral da Agrovete, refere que a Agrovete ao iniciar o projeto em 2018, procurou envolver as universidades para criar conhecimento sólido numa área em que “toda a informação que havia e que existe ainda vem do mercado cinzento”. Salienta que era essencial que as instituições de ensino contribuíssem para que o setor não crescesse sem base científica: “Nós, se um dia falharmos, pelo menos que saibamos porquê falhámos”. Hoje, cursos de pós-graduação na Faculdade de Farmácia, no ISA e no Instituto Politécnico de Portalegre demonstram que este caminho está a ser seguido, e reforça a importância de parcerias com entidades como o INIAV para desenvolver variedades 100% portuguesas.

A Agrovete, empresa 100% portuguesa, já produz medicamentos e pretende expandir-se para pomadas e produtos veterinários. O diretor-geral assinala a necessidade de regularizar a genética da canábis medicinal na Europa. “Vamos começar a fazer variedades e queremos registar essas variedades na União Europeia. Não faz sentido não termos variedades certificadas”, vinca.

Extrato da sua intervenção durante o terceiro painel, dedicado à Canábis Medicinal – O papel do ensino no setor nacional e internacional, no âmbito da 1ª Conferência InovEnsino realizada na Escola Superior de Biociências de Elvas.

Mais desenvolvimento na Revista Voz do Campo, edição de dezembro 2025.


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InovEnsino – 3.ª Conferência será em Beja (10 de dezembro)

 


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