Bruno Santos – Quinta da Barranca
“Conhecemos a Biostasia no ano passado em Figueira do Castelo Rodrigo, através do engenheiro Tiago Mendes. Tivemos uma breve conversa, na qual ele nos apresentou o produto. Achámos o produto bastante interessante e decidimos apostar.
De salientar que a principal diferença que notámos entre a Biostasia e outras empresas foi o acompanhamento técnico que nos têm prestado. Para nós, isso é o mais importante.
Neste olival onde estamos, a média de produção anda na casa dos 50 kg por árvore, desde que começámos a utilizar a Biostasia, a fazer os tratamentos de forma correta e a adaptar a poda do olival, bem como o maneio adotado — por exemplo, deixámos de lavrar os terrenos —, foram várias as mudanças implementadas. Procurámos identificar as carências que as oliveiras tinham no passado e, com a ajuda do engenheiro Tiago, conseguimos perceber o que era necessário fazer. Os tratamentos à base de cobres, aminoácidos, entre outros, acabaram por refletir-se claramente no trabalho e nos resultados obtidos.
Outro aspeto que nos chamou bastante a atenção nos produtos da Biostasia foi o facto de serem de resíduos zero e estarem preparados para o modo de produção biológico (…)”.
A Voz do Campo esteve em reportagem no Olival da Barranca, em Figueira de Castelo Rodrigo, para conhecer a parceria entre o produtor Bruno Santos e a Biostasia.
Leia toda a reportagem na edição de janeiro de 2026.
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