A oliveira é uma das culturas mais comuns na agricultura portuguesa, com uma importância que vai muito para além da produção de azeite e azeitona de mesa. O seu cultivo contribui decisivamente para a economia agrícola, a manutenção da paisagem e do ambiente rural, e a sustentabilidade de grandes áreas agrícolas, consolidando-se como uma cultura estratégica no panorama agrícola nacional.
Dentro do seu ciclo vegetativo, o período pós-colheita é uma das fases mais críticas, pois faz toda a diferença para obter uma boa colheita na nova época. Este período coincide com o inverno e a exposição da árvore a baixas temperaturas, altura em que a oliveira deve recuperar do esforço produtivo da época anterior, restabelecer o seu equilíbrio fisiológico e acumular reservas que serão essenciais para a brotação e floração na época seguinte. Uma boa gestão nesta fase pode melhorar a tolerância ao frio, reduzir o stress invernal e permitir que a árvore chegue à primavera em melhores condições produtivas.
Do ponto de vista nutricional, o período pós-colheita requer uma abordagem específica
Por um lado, o fósforo é fundamental devido ao seu papel no metabolismo energético e na formação e acumulação de reservas, enquanto o potássio é essencial para a mobilização de açúcares das folhas para os órgãos de armazenamento, além de contribuir para a regulação hídrica e a tolerância ao stress ambiental. A isto junta-se a importância dos aminoácidos, que promovem a recuperação metabólica após a colheita da azeitona e proporcionam um efeito anti-stress adicional contra as baixas temperaturas.
Um aspeto vital da nutrição nesta fase, e que muitas vezes passa despercebido, é o cálcio e os micronutrientes, especialmente o boro e o molibdénio, cujo fornecimento no período pós-colheita determina o sucesso da floração e da produção na época seguinte. Garantir reservas adequadas e tecidos saudáveis e fortalecidos através da aplicação destes elementos permite uma floração mais uniforme e funcional, com maior potencial produtivo.
Neste contexto, o Herophos-K posiciona-se como uma solução particularmente adequada para a nutrição pós-colheita da oliveira, graças ao seu elevado teor em fósforo, potássio e cálcio de rápida assimilação.
A sua formulação em suspensão líquida de alta tecnologia garante uma excelente estabilidade e homogeneidade, facilitando uma absorção mais eficiente. Esta tecnologia otimiza o armazenamento de açúcares, a transferência de energia e os processos de fortalecimento dos tecidos, ajudando a oliveira a enfrentar o inverno com maior equilíbrio fisiológico e resistência ao stress.
Complementarmente, o Herofol® Denso Amino K fornece um elevado teor de potássio, juntamente com aminoácidos de origem vegetal e uma fração completa de micronutrientes, incluindo boro e molibdénio. A sua formulação promove a mobilização de reservas para os órgãos que delas necessitam, melhora a tolerância ao stress pós-colheita e reforça a proteção da oliveira contra o frio, contribuindo para uma recuperação mais rápida e eficaz da árvore durante o período de inverno.
Por estas razões, o Herophos-K e o Herofol® Denso Amino K são os melhores aliados no desenvolvimento de uma estratégia nutricional pós-colheita bem planeada. A sua utilização não só ajuda a proteger a oliveira contra as condições adversas do inverno, como também contribui para uma melhor floração e produção na cultura seguinte, consolidando-se como um investimento estratégico para a estabilidade e sustentabilidade da cultura e para a rentabilidade do agricultor.
→ Mais informações: www.herograespeciales.com
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