Francisco Ataíde Pavão – Presidente da Direção da APPITAD

“Temos o enoturismo, associado à vinha, e devemos aprender com a experiência do enoturismo, nomeadamente no que diz respeito à valorização do território e dos produtos endógenos, adaptando rapidamente esse modelo àquilo que alguns chamam oleoturismo — eu prefiro a designação olioturismo, embora haja quem lhe chame olivoturismo, mas que nós passemos rapidamente da ideia à prática, aprendendo, obviamente, com aquilo que foram os nossos colegas de outras fileiras, e certamente valorizando muito melhor o produto. Se nós conhecermos um produto qualquer, podemos entrar em contato com a qualidade de produção e certamente seremos dispostos a comprar esse produto. É um caminho que urge implementar.

Francisco Ataíde Pavão – Presidente da Direção da APPITAD

Há poucos produtores ainda no país a praticar o olioturismo. Há também já uma pós-graduação, é para saudar a pós-graduação que iniciou este ano no Instituto Politécnico de Portalegre que eu acho que é importante para que este setor consiga rapidamente ganhar esta dinâmica na promoção da cultura do azeite, da cultura de oliveira e na promoção rápida deste mercado que é o olioturismo”.


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