Barragens cheias, mas com margem de segurança

Paulo Cruz, chefe de divisão de Recursos Hídricos do Interior da Administração da Região Hidrográfica do Algarve, da Agência Portuguesa do Ambiente (APA)

O Algarve atravessa um momento invulgar no que respeita às reservas de água. Segundo Paulo Cruz, chefe de divisão de Recursos Hídricos do Interior da Administração da Região Hidrográfica do Algarve, da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), as principais barragens atingem níveis históricos, com cerca de 400 hectómetros cúbicos armazenados.

Paulo Cruz defende equilíbrio entre armazenamento e prevenção de cheias, sublinhando responsabilidade partilhada na gestão dos recursos hídricos. “Estamos praticamente em pleno enchimento, mas nunca totalmente, porque é necessário manter capacidade para gerir picos de cheia”, explicou. O responsável salientou que, apesar de valores elevados, a exploração das albufeiras tem limites técnicos e operacionais que condicionam as percentagens apresentadas.

Artigo completo na edição de março’26 da Revista Voz do Campo.

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