Miguel Feijão – Presidente do Conselho de Administração da Cooperativa Agrícola de Reguengos de Monsaraz – CARMIM

“A dificuldade que tenho sentido como a mais difícil de lidar atualmente, não é com os sócios, não é com a estrutura, é com o mercado do vinho. E o mercado do vinho, estando de alguma forma desregulado como está, encontra-se quase (…)  quase como uma selva (…).

Não quero ser injusto para com as forças públicas neste momento, nem para com o Ministro da Agricultura, nem para as CVRs, nem para o IVV. Não quero ser pessimista nem incorreto, não sei como será o futuro. Mas, até agora, a prática tem sido ligeiramente desregulada, em que aparecem vinhos de qualidade duvidosa, com origens igualmente duvidosas.

Portanto, vivemos nesta incerteza. Tem sido uma luta grande. Temos alertado as instâncias, temos, enfim, sofrido com elas. E esta é a maior dificuldade que enfrentamos: podermos, um dia, dizer que o mercado do vinho está clarinho e que sabemos com o que contamos (…)”.

Extrato de uma entrevista concedida à Voz do Campo.

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