A Sakata Seed Ibérica celebra três décadas de atividade na Península Ibérica, período durante o qual consolidou a sua presença no setor hortícola com variedades adaptadas às condições locais.

Filial da japonesa Sakata Seed Corporation, a empresa dedica-se à investigação, desenvolvimento, produção e comercialização de sementes hortícolas, apoiando os agricultores com soluções que visam melhorar a produtividade, a resistência a pragas e doenças e a qualidade dos produtos. Ao longo destes anos, o mercado português tem vindo também a assumir um peso relevante na atividade da empresa.

Jorge Faria, responsável comercial da empresa em Portugal

Nas palavras de Jorge Faria, responsável comercial da empresa em Portugal, o mercado nacional tem um peso relevante na estratégia da empresa. “A Sakata Seed Ibérica trabalha diretamente no mercado nacional há 30 anos, apesar de este mercado já ser trabalhado anteriormente por alguns distribuidores portugueses que compravam diretamente à Sakata Japão”, conta. O responsável sublinha que a diversidade de culturas existentes no país permite à empresa trabalhar praticamente todo o setor hortícola. “O mercado nacional é muito importante, uma vez que trabalhamos todos os produtos comercializados pela Sakata, o que nos permite estar presentes em praticamente todas as culturas do setor hortícola português”, afirma Jorge Faria.

A atividade em Portugal integra a estrutura da Sakata Seed Ibérica, que abrange toda a Península Ibérica e os arquipélagos espanhóis e portugueses. No terreno, o trabalho é assegurado por uma equipa técnica dedicada à experimentação e promoção de variedades.

“Temos atualmente três técnicos a trabalhar em Portugal — Joana Godinho, Luís Russo e eu — cujo trabalho é ensaiar e selecionar variedades que se adequem ao mercado nacional”, partilha Jorge Faria.

Quando os resultados são positivos, essas variedades são promovidas junto do setor. “Numa segunda fase fazemos a promoção das variedades que apresentam bons resultados ao nível da produção, comportamento fitossanitário, conservação e sabor”, acrescenta. A empresa trabalha em articulação com agricultores, distribuidores e grandes clientes, assegurando também a divulgação das novas variedades. “Somos responsáveis pela divulgação das novas variedades junto do agricultor, do comercializador e também do consumidor”, refere (…).

Leia a reportagem completa na Revista Voz do Campo (edição de abril 2026).