“Trabalhamos para que a floresta seja uma fonte de riqueza e um motor de coesão territorial. É um ativo estratégico para Portugal, fundamental para criar valor, gerar emprego, reforçar a competitividade da economia, fixar pessoas no território e contribuir para os objetivos ambientais.
Para valorizar a floresta é necessário que ela dê rendimento aos proprietários e a quem nela investe, produz e trabalha. Por isso, reforçamos o apoio ao investimento no setor, apoiando a aquisição de equipamentos, maquinaria e tecnologia, promovendo a inovação, a capacitação e a modernização da atividade florestal. As candidaturas no valor de 30 milhões de euros já estão aprovadas.
O futuro da floresta passa também pelo conhecimento, pela formação e pela inovação. Há cada vez mais tecnologia, robótica, digitalização e emprego qualificado ligados a este setor. Precisamos de aproximar os jovens destas oportunidades e de reforçar a ligação entre floresta, indústria e bioeconomia, criando mais valor para o território e para o país”.
Declarações de José Manuel Fernandes, Ministro da Agricultura e do Mar, no âmbito da sessão de abertura da 14.ª edição da ExpoFlorestal, realizada recentemente em Albergaria-a-Velha.

