A castração de leitões machos continua a ser prática corrente na suinicultura, mas está cada vez mais sob escrutínio. Entre exigências de bem-estar animal, pressão legislativa e necessidade de eficiência, o setor enfrenta um dilema claro: reduzir o risco de odor a varrasco ou maximizar o rendimento produtivo.
Autoria: Ricardo Pereira Pinto Professor adjunto convidado no Instituto Politécnico de Viana do Castelo / Subdiretor do Centro de Investigação e Desenvolvimento em Sistemas Agroalimentares e Sustentabilidade (CISAS). O chamado “odor a varrasco”, também designado, em inglês, por boar taint, resulta d...
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