As vitelas de primeira cria são, por norma, as que apresentam maior risco no parto. Ainda estão em crescimento, o canal de parto é mais estreito, a inexperiência pode dificultar o processo, e o risco de distócia aumenta significativamente. É precisamente neste grupo que a probabilidade de perder a vaca, o bezerro — ou ambos — é maior. E cada perda não é apenas emocional, é também um impacto direto na rentabilidade da exploração.
Gonçalo Matos, representante comercial da Digitanimal
Quando essas vitelas estão geolocalizadas, o produtor deixa de depender apenas da ronda visual ou do acaso. Passa a saber, em tempo real:
• Onde está cada animal
• Se está isolado do grupo (possível sinal de início de parto)
• Se permanece demasiado tempo deitada
• Se existe comportamento anormal
A tecnologia transforma incerteza em informação. E informação permite agir cedo.
O descanso começa no simples facto de poder abrir o telemóvel e confirmar que está tudo bem. Começa na redução das saídas noturnas “às cegas”. Começa na confiança de que, se algo acontecer, será alertado a tempo de intervir.
Porque um parto assistido na hora certa pode significar:
• Um bezerro vivo em vez de perdido
• Uma vaca saudável pronta para produzir
• Menos custos veterinários
• Menos stress
• Mais produtividade futura
E então surge a pergunta inevitável:
→ Que dinheiro paga essa tranquilidade?
→ Que valor tem evitar a perda de uma novilha que representa anos de investimento?
→ Quanto vale não acordar de madrugada com o receio de já ser tarde demais?
A resposta raramente está apenas nos números. Está no equilíbrio da exploração. Está na continuidade do trabalho. Está na segurança de saber que fez tudo o que estava ao seu alcance para proteger o seu efetivo.
Geolocalizar vitelas de primeira barriga não é apenas tecnologia — é gestão de risco.
E gestão de risco é, acima de tudo, paz de espírito.
Gonçalo Matos, representante comercial da Digitanimal