A Hagel – Seguros Agrícolas e a UNAC – União da Floresta Mediterrânica alertam os proprietários e produtores florestais para a importância de subscrever o seguro florestal até ao próximo dia 20 de julho, reforçando este instrumento como uma solução essencial para proteger o investimento, reduzir o impacto financeiro de fenómenos adversos e assegurar a continuidade da gestão florestal.

Num contexto marcado pelo aumento da frequência e intensidade de incêndios rurais, fenómenos climáticos extremos e outros riscos naturais, o seguro florestal assume um papel determinante na gestão do risco, contribuindo para uma maior resiliência económica das explorações e para a valorização sustentável da floresta mediterrânica.

Após a subscrição e respetivo pagamento, o seguro entra em vigor após um período de carência de oito dias.

A oferta contempla diferentes soluções adaptadas às especificidades da atividade florestal:

• Floresta de produção – destinada à proteção de povoamentos orientados para a produção de madeira, eucalipto, cortiça, pinha, resina ou outros produtos florestais. O capital seguro é definido de acordo com o valor de mercado da produção e cada proposta é analisada individualmente.

• Seguro de cortiça – vocacionado para produtores de cortiça, permitindo proteger quer a área arborizada, quer a cortiça armazenada em pilha ou em cordão. O sistema de avaliação segue as melhores práticas internacionais, nomeadamente as adotadas em Espanha. O pedido de cotação pode ser efetuado online, com condições vantajosas para associados da UNAC.

• Seguro para floresta mediterrânica – destinado à reflorestação ou reposição das áreas afetadas, assegurando uma indemnização até 1.500 euros por hectare. Trata-se de uma solução consolidada no âmbito da parceria entre a UNAC e a Hagel, estando igualmente disponível através de pedido de cotação online, com benefícios para os associados da UNAC.

Para Filipe Charters, mandatário-geral da Hagel, “o seguro florestal é uma ferramenta fundamental para proteger o investimento dos proprietários e produtores, permitindo que a floresta seja encarada como um ativo económico de longo prazo. Num cenário de maior incerteza, é essencial que os agentes do setor tenham soluções que lhes permitam recuperar e continuar a investir após a ocorrência de fenómenos adversos.”

Também Pedro Silveira, presidente da Direção da UNAC, considera que “a floresta mediterrânica tem características muito próprias e enfrenta riscos cada vez mais exigentes. A existência de instrumentos de gestão de risco, como o seguro florestal, é decisiva para apoiar os produtores, incentivar uma gestão ativa e reforçar a sustentabilidade económica e ambiental dos territórios rurais.”

As duas entidades sublinham que a proteção da floresta deve integrar uma estratégia de gestão responsável e de longo prazo, e não ser encarada apenas como uma resposta a situações de emergência. Ao reduzir o impacto económico de perdas inesperadas, o seguro contribui para a continuidade da atividade florestal, para a preservação do investimento e para a valorização dos territórios rurais.

Os produtores interessados deverão avaliar atempadamente as suas necessidades de cobertura e formalizar a subscrição até ao dia 20 de julho.

Simule os prémios e as coberturas aqui: https://hagel.pt/seguro-florestal

Para mais informações sobre as modalidades disponíveis e pedidos de cotação, os interessados poderão contactar a UNAC e as suas associadas ou a Hagel – Seguros Agrícolas.