Segundo dados do Eurobarómetro, 67% dos portugueses considera que a União Europeia precisa de mudar a forma como trabalha para combater as alterações climáticas, mesmo que isso implique reduzir a competitividade da agricultura tradicional.

Esta perceção evidencia uma crescente sensibilidade ambiental da sociedade portuguesa, que está em linha com novas formas de pensar e fazer agricultura — mais sustentáveis, resilientes e adaptadas aos desafios climáticos.

Neste contexto, vamos hoje conhecer a Salivitae, que promove a agricultura de halófitas — plantas tolerantes ao sal — com baixa exigência hídrica e adequada a solos salinizados. É uma empresa focada na produção biológica de salicórnia, também conhecida por “sal verde” ou “espargo do mar”.

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