José Maria Falcão, presidente da APAP – Associação de Produtores Agrícolas de Precisão

Sobre a evolução da agricultura de precisão, José Maria Falcão, presidente da APAP – Associação de Produtores Agrícolas de Precisão refere que “há muito mais para fazer do que aquilo que está feito”, uma vez que o conhecimento ainda se implementa gradualmente. “Só há razoabilidade naquilo que fazemos quando conhecemos os problemas”, sublinha, lembrando que a produção agrícola trabalha com “solo vivo, entre uma pedra-pome e um bocado de rocha”, com diferenciações importantes que exigem métodos precisos.José Maria Falcão, que também é empresário agrícola salienta o avanço tecnológico nos equipamentos e sistemas de gestão. Contudo, alerta para o desafio atual: “Temos um volume enorme de dados, que têm que ser trabalhados. É muito difícil para o gestor agrícola passar a ler, beber e resumir. Por isso, ainda falta criar algo que nos permita tirar muito rapidamente soluções”.

O presidente da APAP destaca também a importância da georreferenciação diária na produção agrícola. “Quando colhemos amostras de um olival, por exemplo, não podemos estar continuamente a tirar onde nos apetece. Temos que georreferenciar, para conseguir comparar dados (…)”.

Extrato da sua intervenção durante o primeiro painel, dedicado à Agricultura de Precisão e Cartografia Digital do Solo, no âmbito da 1ª Conferência InovEnsino realizada na Escola Superior de Biociências de Elvas.

Mais desenvolvimento na Revista Voz do Campo, edição de dezembro 2025.


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InovEnsino – 3.ª Conferência será em Beja (10 de dezembro)

 


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