Mais de 11.000 é o número de postos de trabalho que podem estar em risco, por ano, no setor agrícola, caso sejam aprovadas as medidas propostas pela União Europeia até 2030.
Políticas europeias podem gerar perdas de 510M€ por ano no Rendimento Agrícola Nacional.
Após a apresentação do estudo de impacto em 2020, cinco anos depois, a CropLife Portugal volta a associar-se à AGRO.GES para uma atualização que nos traz um cenário preocupante: mais fileiras em risco, maiores perdas:
→ Estão em causa fileiras que representam cerca de 3.100M€ em exportações por ano;
→ Vinha, Arroz, Milho e Tomate para a Indústria perderiam a viabilidade;
→ 7% da totalidade do rendimento anual agrícola em risco;
→ Abandono de terras e mais de 11.000 postos de trabalho agrícola anuais em risco;
→ Aumento da dependência do exterior e maior insegurança alimentar.
A CROPLIFE PORTUGAL – Associação da Indústria da Ciência para a Proteção das Plantas, apresenta as conclusões de um estudo realizado pela AGRO.GES sobre o Impacto Económico da retirada de um conjunto de 44 substâncias ativas pelas autoridades europeias, em oito fileiras agrícolas portuguesas – Vinha para vinho, Olival para azeite, Milho, Tomate de Indústria, Pera Rocha, Maçã, Arroz e Batata.
Na origem do estudo está a intenção assumida pela União Europeia, no quadro da estratégia do prado ao prato integrada no Pacto Ecológico da Comissão Europeia, de reduzir a utilização de produtos fitofarmacêuticos em 50% até ao ano 2030. A esta decisão acresce ainda o facto de, nos últimos cinco anos, o setor agrícola europeu ter sofrido uma redução significativa das substâncias ativas disponíveis para a proteção das culturas, sem nenhuma nova aprovação neste mesmo período. Esta tendência, agravada pelo aumento dos problemas fitossanitários potenciados pelos efeitos das alterações climáticas, coloca duras restrições à sustentabilidade da produção agrícola.
O presente estudo teve como base a atualização do relatório de 2020, relativo a 5 culturas (Vinha para vinho, Olival para azeite, Milho, Tomate de Indústria, Pera Rocha) ao qual foram adicionadas 3 novas culturas (Maçã, Arroz e Batata), o que permite realizar uma análise crítica dos previsíveis novos impactos económicos.
→ Consulte aqui o estudo completo
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