Viseu prepara-se para viver a maior transformação do seu ensino superior desde a fundação do Instituto Politécnico de Viseu (IPV). A ambição tem nome e data: Universidade de Viseu, com proposta formal prevista para 2027.

A visão foi reafirmada com convicção por José dos Santos Costa, presidente do IPV, na abertura da 2.ª Conferência InovEnsino, iniciativa da revista Voz do Campo, realizada na Escola Superior Agrária de Viseu. Ali, perante docentes, estudantes e parceiros do território, traçou-se o desafio: elevar o IPV ao estatuto de universidade – e demonstrar que Viseu tem força, conhecimento e propósito para assumir esse lugar.

“Temos provavelmente, nos próximos tempos, o maior desafio da nossa história”, sublinhou o presidente. “Um ano e meio para promover um estudo e a construção de um caminho para nos transformarmos em Universidade de Viseu.”

O percurso será exigente e poderá incluir uma etapa intermédia: Universidade Politécnica – conceito previsto no novo regime jurídico em discussão na Assembleia da República. Mas José dos Santos Costa garantiu que nada desvia o objetivo final, já agendado para 2027.

Uma universidade que responda ao território

A futura Universidade de Viseu pretende afirmar diferenças, não replicar modelos. E essa diferença nasce do território que representa: os 24 concelhos do distrito e a ampla rede empresarial e social que o sustenta.

O IPV quer envolver mais de 800 participantes – empresas, autarquias, organizações regionais e sociedade civil – na definição das áreas estratégicas para o futuro ensino universitário em Viseu. O agroalimentar e as ciências agrárias, espelhadas na própria Escola Superior Agrária, surgem como pilares que podem distinguir a instituição no país, mas a ambição vai muito além disso.

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