José Maria Falcão, responsável pela OP Azeitonices

José Maria Falcão, responsável pela OP Azeitonices, explica que a evolução da olivicultura de precisão não tem sido homogénea em Portugal. Destaca que “a grande região do Alqueva deu pulos muito grandes a nível da profissionalização da olivicultura porque partiu de um patamar zero e começou com uma olivicultura sustentada no novo conhecimento”.
No entanto, a região de Elvas, Campo Maior, Monforte e Fronteira, tradicionalmente um núcleo importante de olivicultura, perdeu parte do conhecimento que existia na antiga Estação de Olivicultura local. Atualmente, a região começa a adotar o novo conhecimento, embora “não se tenham instalado novos olivais e a percentagem de olivais com passos antigos, com variedades ainda muito adaptadas a outro tipo de produção, não deixe de crescer”. O responsável sublinha que a principal limitação do setor é a determinação da produtividade.
José Maria Falcão explica que, sem a medição e georreferenciação da produtividade, “dificilmente conseguimos usar toda a panóplia de dados que recolhemos com sustentabilidade e precisão”.
Extrato da sua intervenção durante o segundo painel, dedicado à Olivicultura de Precisão – Aplicações e Constrangimentos, no âmbito da 1ª Conferência InovEnsino realizada na Escola Superior de Biociências de Elvas.
Mais desenvolvimento na Revista Voz do Campo, edição de dezembro 2025.
Veja tudo sobre o ciclo de Conferências InovEnsino:
→ Consulte aqui toda a informação

