Isabel Baer – docente da Escola Superior Agrária de Beja

“Estamos a ver uma diminuição de jovens interessados nesta área. Eu não percebo porquê, mesmo que estejamos sempre em crise: a alimentação é uma coisa que nunca vai acabar – pode acabar tudo – mas comer precisamos sempre.

O azeite, ao contrário de outras áreas, felizmente tem tido um grande desenvolvimento e uma grande evolução nos últimos anos. Tenho notado uma evolução extraordinária nesta área (…). Nós temos a maior qualidade de azeite mundial — cerca de 80% a 90% do nosso azeite produzido em Portugal é virgem extra. Somos, em termos percentuais, os melhores do mundo na produção de azeite virgem extra e os nossos lagares também são dos mais modernos do mundo.

Portanto, este é um setor que tem evoluído bastante e, por isso, penso que é uma área muito positiva (…) Muitos lagares pedem-nos sempre estudantes, precisam muito deles, e nós não temos estudantes para dar. Em termos gerais é um setor muito positivo e acho que a Escola Agrária tem feito também um bom papel (…)”.

Extrato da sua intervenção durante o 3º painel, Azeite e Olival Sustentável em Ecossistemas Mediterrânicos: Abordagem Multidisciplinar, no âmbito da 3ª Conferência InovEnsino realizada na Escola Superior Agrária de Beja.

Na edição de fevereiro, não perca a reportagem completa!


Conteúdo relacionado:

InovEnsino: 4.ª Conferência na Escola Superior Agrária de Ponte de Lima (26 de fevereiro)


SUBSCREVA E RECEBA TODOS OS MESES A REVISTA VOZ DO CAMPO

→ SEJA ASSINANTE (clique aqui)