António Machado, diretor da Agromillora Portugal

António Machado, diretor da Agromillora Portugal explica que a empresa tem na sua origem a criação de modelos em sebe totalmente mecanizáveis, dependentes do mínimo de mão de obra possível, um conceito que a empresa aplica em vários continentes. Esta presença global permite-lhe acompanhar, em diferentes países, a evolução dos sistemas de produção e a forma como se adaptam a cada cultura e região. Recorda que, há apenas duas décadas, o crescimento do olival moderno assentava quase exclusivamente em duas variedades autóctones espanholas, sem qualquer trabalho de melhoramento genético.

O diretor da Agromillora alerta que, enquanto Espanha, Itália e outros países produtores investem de forma consistente no melhoramento genético, Portugal praticamente não o tem feito. Embora exista trabalho de recuperação de variedades nacionais, António Machado reforça que isso não responde às necessidades reais das explorações modernas. “O agricultor quer variedades produtivas, eficientes e rentáveis — independentemente de serem portuguesas, espanholas ou de outro país”.

Extrato da sua intervenção durante o segundo painel, dedicado à Olivicultura de Precisão – Aplicações e Constrangimentos, no âmbito da 1ª Conferência InovEnsino realizada na Escola Superior de Biociências de Elvas.

Mais desenvolvimento na Revista Voz do Campo, edição de dezembro 2025.


Veja tudo sobre o ciclo de Conferências InovEnsino:

→ Consulte aqui toda a informação

InovEnsino – 3.ª Conferência será em Beja (10 de dezembro)

 


SUBSCREVA E RECEBA TODOS OS MESES A REVISTA VOZ DO CAMPO

→ SEJA ASSINANTE (clique aqui)